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Nº 2337 | 13 Fevereiro 2026
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SpaceX, OpenAI (detentora do ChatGPT), e Anthropic devem liderar processos de entrada em bolsa em 2026. A SpaceX pode ser mesmo o maior IPO de sempre. Expectativa aponta para avaliação de 1,5 triliões de dólares (1,2 biliões de euros).
A Apptronik, uma start-up do universo da Alphabet (a dona da Google), concluiu uma ronda de investimento de 520 milhões de dólares (cerca 438 milhões de euros), o que avalia a empresa em 5,3 milhões de dólares (4,4 milhões de euros).
A corretora de seguros Sabseg quer ser protagonista no movimento de concentração e tornar-se das maiores na Europa. Passou 800 milhões de euros em prémios, mas quer chegar aos 2.000.
A composição do Conselho Estratégico do BPF, que é competência do ministro da Economia e do conselho de administração do banco deverá ser integralmente anunciada no fim deste mês.
Stellantis Mangualde produz 91% dos ligeiros de mercadorias do país, segmento onde os motores a combustão são cruciais
e a descarbonização é mais difícil de fazer.
LVMH e Kering fecharam ano com menos vendas, mas esperam melhorias enquanto que Richemont e Hermès crescem e os investidores respondem bem.
Tornar bagagens de bordo grátis ameaça provocar atrasos e não há espaço para todos. Low-cost podem vir a subir preços, o que se vai arrastar a todo o mercado, penalizando consumidores.
Período de apresentação de resultados marca a atualidade, nos Estados Unidos, mas também na Europa.
Nova era na cooperação com instituições de ensino superior portuguesas vai assentar em parcerias, para se reaproximarem da União Europeia. País regressa ao Erasmus+ já em 2027.
Era o candidato mais bem posicionado para comprar os ativos turísticos no empreendimento Dunas, na Comporta, mas não chegou a acordo com a Vanguard Properties.
Tecnologia de inteligência artifcial que promete reduzir até 25% os gastos da publicidade online. Desenvolvida em Portugal já despertou o interesse internacional, entrando na short list de projetos acompanhar em 2026.
Fundada em 2006 na Polónia, a empresa que se dedica à entrega de encomendas ao domícilio e fora de casa acaba de inaugurar
um novo hub logístico em Madrid.
Ao escrever o artigo de hoje tenho presente como todos nós a destruição que assolou Portugal nas últimas, semanas afetando centenas de PMEs e microempresas.
Empresa conta com cerca de 400 colaboradores e quer mais 200. Crescimento de centros de engenharia e das operações nos serviços partilhados criaram 100 novos empregos em dois anos.
Os japoneses da Marubeni Corporation puseram à venda 22,5% da Floene. Propostas não vinculativas para a empresa portuguesa são esperadas este mês. Posição de controlo poderá seguir-se.
Mais de 3.400 empresas candidataram-se a apoios à tesouraria e à reconstrução nas regiões mais afetadas pelas tempestades.
Os atrasos na emissão e renovação das autorizações de residência ao abrigo do regime dos vistos dourados estão a levar investidores estrangeiros a ponderar abandonar Portugal. Advogados relatam crescente frustração com a morosidade e alertam para o impacto reputacional e económico num programa que, apesar de continuar a captar investimento, enfrenta um desgaste sem precedentes.
Desde 2012, Portugal atraiu milhares de investidores estrangeiros através dos Vistos Gold, oferecendo residência e acesso ao espaço Schengen em troca de investimentos variados, que vão desde empresas, fundos de investimento e de capital de risco até projetos culturais e científicos, mas o caminho não tem sido um El Dorado.
Num setor que vale 1,6 mil milhões de euros, o hambúrguer deixou de ser apenas fast food para chegar também à alta cozinha. Portugal tornou-se um terreno fértil para investimentos e, ao lado de marcas já consolidadas, surgem mais cadeias internacionais interessadas em abrir lojas.
Há livros que amadurecem, mas nem por isso envelhecem. É o caso de “Ensaio sobre a Cegueira”. Publicado há 30 anos, não ganhou uma ruga. Antes cresceu em relevância. Agora reeditado numa edição ilustrada, recorda-nos os caminhos que não queremos seguir.
Há encontros que perduram no tempo, como a influência islâmica na língua, cultura e arquitetura portuguesas. Portugal celebra-os agora nas Jornadas do Património de Sharjah, nos Emirados Árabes Unidos.
No último ano, Donald Trump tentou controlar a narrativa sobre a história americana nos museus do Smithsonian. Agora, quer
impor uma exposição em que ele é o mote e objeto de veneração.
A visão contemporânea de Armando Cabral tem na génese a sua herança africana, a comunidade e o movimento. NKYINKYIM é tudo isso e muito mais, filtrada pela linguagem do design moderno, numa parceria com a reputada marca suíça USM. Para ver em Lisboa.
O que arrisca ser o maior escândalo sexual deste século conheceu novos dados, mas as consequências políticas são ainda limitadas face à escala da rede que
o financiador mantinha e a sordidez dos detalhes que vão surgindo. Governo britânico pode ser a primeira vítima, mas nos EUA os aliados de Trump cerram fileiras.
A decisão de Donald Trump está a surtir efeito: as companhias aéreas deixaram de voar para Cuba e a vida da população está, segundo todos os relatos, a ficar impossível.
Mais de 50 chefes de Estado são esperados na capital bávara um ano depois de o vice-presidente norte-americano JD Vance ter destruído os alicerces da ‘natural’ ordem transatlântica. Trump é duramente criticado.
Presença no maior evento mundial dedicado ao setor mineiro tem como objetivo marcar posição e vender Angola como um país de oportunidades. Ouro, diamantes e minerais para a transição energética são o chamariz.
Gonçalo Rebelo de Almeida, administrador do grupo hoteleiro presente no país, revela que o cenário é imprevisível e pode mudar em qualquer altura.
Programa ‘Turismo Acolhe’ comparticipado financeiramente pelo Turismo de Portugal foi lançado na terça-feira e já conta com 50 unidades aderentes que estão a receber trabalhadores e população afetados pelas tempestades no país.
A indústria europeia já passou a fase das declarações e exige ação urgente. Custos da energia, menos burocracia e comprar europeu são essenciais.
O volume acumulado de negócios atingiu os 2,6 mil milhões de euros – o que implicou um crescimento da ordem dos 5% em 2025.
Apesar da vitória indiscutível que registou, o novo Presidente da República poderá
ter um mandato difícil pela frente, com grandes desafios, a começar pela legislação laboral.
Milhares afetados pela tempestade Kristin vão receber apoios públicos em prazos mais curtos do que o habitual, num esforço do Governo para simplificar procedimentos e acelerar a resposta em contexto de calamidade.
CIP quer colmatar lacuna na lei laboral. Propôs ao Governo contratos de trabalho a termo incerto em situações de calamidade como as tempestades. Objetivo: responder às exigências de mão de obra das empresas destruídas que querem reiniciar atividade, face à imprevisibilidade de prazos. Novo regime enquadraria também vinda excecional de imigrantes.
Mais do que um real processo de desdolarização, vários países têm reduzido exposição aos EUA, com destaque para o Sul Global, e o ouro entrou na luta hegemónica.
O metal precioso disparou no ano passado, primeiro com a instabilidade global e compras de bancos centrais e, numa segunda fase, pela procura para investimento. Ritmo deve abrandar em 2026, mas tendência de alta é para se manter - e o dólar vai sofrendo no processo.
À margem da cimeira informal da Bélgica, Giorgia Meloni promete dar continuidade ao novo grupo que lidera com a Alemanha
e a Bélgica. Entre as reservas de França, as críticas de Espanha e a ausência de Portugal, planeia-se a competitividade a duas velocidades.
O chefe da Delegação do PSD no Parlamento Europeu garante que já há a consciência de que a Europa tem de agir rapidamente para não perder capacidade e económica e continuar a escorregar para a irrelevância, mas que são necessárias decisões. Até porque foi isso que os eleitores ecolheram em 2024.
Portugal vive hoje uma contradição difícil de ignorar. Nunca se falou tanto de Proteção Civil e, paradoxalmente, raramente se discutiu com profundidade o que ela deve ser enquanto sistema estrutural do Estado. Os fenómenos extremos tornaram-se mais frequentes, mais prolongados e mais complexos, os impactos acumulam-se e a pressão sobre os serviços é crescente. Ainda assim, o debate público continua excessivamente centrado na resposta imediata, na gestão do momento crítico e na contabilidade de meios mobilizados.
A vitória de António José Seguro foi a mais folgada de sempre, com 66,83% dos votos (quando ainda falta contar as 20 freguesias que adiaram o escrutínio devido à tempestade).