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O ‘loop’ cazaque Comprar ouro, vendê-lo, comprar criptos
O Cazaquistão foi o segundo país do mundo que mais ouro comprou em 2025, atrás apenas da Polónia, mas, ao contrário da maioria dos bancos centrais, está a usar o metal precioso para investir em criptoativos. A economia da Ásia Central quer constituir um portefólio destes produtos que pode chegar a mil milhões de dólares, colocando em destaque estes ativos ligados à blockchain – um sector no qual tem vindo a apostar em força.
Défice da zona euro e da UE sobe para 3,1% do PIB no 1.º trimestre
Chipre (4,4%), Irlanda (2,4%) e Portugal (0,3%) registaram, nos primeiros três meses do ano, excedentes nas contas públicas.
Dívida pública agrava-se na zona euro e Portugal tem a quinta mais alta
De acordo com os dados hoje divulgados pelo gabinete estatístico europeu, no trimestre homólogo, a dívida pública da área do euro foi de 87,2% e entre outubro e dezembro de 2025 atingiu os 87,7% do PIB.
Auto-AT no norte ventoso Ilhas Faroé gozam do melhor sistema fiscal do mundo
Num arquipélago longínquo, isolado, ventoso e pouco povoado do Atlântico Norte existe aquele que já foi apelidado de ‘o melhor sistema fiscal do mundo’. As Ilhas Faroé, uma região autónoma do Reino da Dinamarca com governo próprio, têm um regime fiscal simples, prático e eficiente que centraliza não só impostos e contribuições sociais, como os incorpora nos salários, tornando a vida mais fácil para os contribuintes.
Apoios sociais. RSI sempre a cair e com fatia de imigrantes a encolher
A discussão sobre a Prestação Social Única (PSU), que vai reunir 13 apoios num só, voltou a pôr os holofotes sobre o Rendimento Social de Inserção (RSI), uma prestação que serve para mitigar as condições de quem está em pobreza severa.
Criminalidade. Revisão da população mostra país ainda mais seguro
Muita tinta já correu na sequência da disrupção estatística provocada pela revisão populacional do INE. Mas não ficará por aqui. Esperam-se outras repercussões nos próximos tempos, tendo em conta que estão a ser revisitados vários indicadores que dependem da população, como a riqueza anual por habitante, ou dados relativos ao emprego e à saúde. Um deles — a taxa de criminalidade — já foi atualizado esta semana pelo INE, mas passou despercebido.
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