Última
Notícias
Suíça da América Latina”. Assim é conhecido o Uruguai pela sua estabilidade política, segurança social robusta, sistema financeiro forte e elevados padrões de vida para a generalidade da população, mais homogénea economicamente e protegida socialmente do que a maioria das suas conterrâneas continentais. E agora, face à desvalorização do dólar e perda de credibilidade dos EUA no panorama internacional, mais um aspeto distingue o país do resto do continente: a aposta crescente na sua divisa em detrimento da norte-americana.
/
Muita tinta correrá ainda nos próximos anos sobre os efeitos da inteligência artificial nas mais diferentes esferas da sociedade, mas já se percebeu que a anunciada destruição de emprego no mundo das tecnologias de informação e comunicação (TIC) não é bem o que os mais pessimistas anteviam.
/
O portefólio de largas centenas de referências da marca deverá crescer 10% para cerca de 750 ainda este ano, revela a Unimark num comunicado enviado ao Jornal Económico (JE), acrescentando que a estratégia da UP passa precisamente pela aposta contínua em novas referências no retalho alimentar e pelo reforço de várias categorias, "num movimento de expansão transversal da marca".
/
Como é que a dívida de um país pode ficar oculta, causando enorme surpresa aquando da sua revelação pública? E, após ser conhecido o real stock em dívida, como pode esse país corrigir a situação sem entrar numa espiral negativa?
/
Yogyakarta é uma das mais míticas cidades da Ásia, é o coração e o berço cultural da ilha de Java. Em 2023, a UNESCO classificou como Património da Humanidade o Eixo Cosmológico de Yogyakarta. O elogio salta à vista em vários edifícios históricos, mas é a vibração cultural e espiritual que fazem deste um lugar único para o viajante. Os seis quilómetros que vão do Tugu (monumento) até à praia, passando pelo Palácio de Kraton, onde vive o Sultão, e pela Malioboro Street, são sítios para ver e rever e saborear.
/
O Cazaquistão foi o segundo país do mundo que mais ouro comprou em 2025, atrás apenas da Polónia, mas, ao contrário da maioria dos bancos centrais, está a usar o metal precioso para investir em criptoativos. A economia da Ásia Central quer constituir um portefólio destes produtos que pode chegar a mil milhões de dólares, colocando em destaque estes ativos ligados à blockchain – um sector no qual tem vindo a apostar em força.
/
Ver mais