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Exportações. Drones para a Ucrânia já valem mais do que todas as vendas para a Rússia
Quatro anos de guerra. E sem perspectiva de que termine tão cedo. A Ucrânia resiste como pode, com esforço próprio, ajuda internacional, mas também comprando material militar ou de duplo uso a outros países. É o caso de Portugal, que tem intensificado a venda de drones para aquele país a cada ano que passa desde o início da guerra. Não ficará por aqui, tendo em conta que os dois países têm relações cada vez mais estreitas, tendo assinado em dezembro um acordo para produzir em conjunto drones subaquáticos.
Exportações. O comprimido alemão e nomes que são arte
Opeso das exportações portuguesas para Espanha, que supera os 20 mil milhões de euros, está de tal forma estável que é necessário procurar na segunda casa decimal: passou de 25,93% do total há dois anos para 25,96% no ano passado.
Eleições. Um em cada quatro concelhos deu mais de 40% a Ventura. Três distritos resistem
A vitória de António José Seguro foi a mais folgada de sempre, com 66,83% dos votos (quando ainda falta contar as 20 freguesias que adiaram o escrutínio devido à tempestade).
Continente aposta na automação e IA para tornar operações mais eficientes
A rede de supermercados Continente já tem várias soluções que recorrem à automação ou à inteligência artificial. É o caso dos robôs de limpeza de pavimentos, da aplicação Smart Continente, e da assistente virtual 'Mariana'. Este tipo de tecnologia está em 150 lojas em todo o país e também na maior loja autónoma do mundo, o Continente Bom Dia Leiria São Romão, refere o director of Innovation and Operations Development da MC, Pedro Santos, ao JE.
Luxemburgo, o segundo maior investidor em Portugal*
*Sem contabilizar os investimentos em que o Luxemburgo é apenas intermediário, o Grão-Ducado é o quinto país que mais investe em Portugal. Este é o terceiro artigo da rubrica Visão Periférica.
Apoios à restauração Dissoluções estão em queda. Em que se baseia o Governo?
O restaurante que fechou depois de um fundo imobiliário ter comprado todo o prédio. Ou outro que deitou a toalha ao chão porque não conseguiu lidar com a queda da procura e o aumento dos custos. Não faltam — e nunca faltaram — casos de encerramentos.
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