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Os ataques do Irão a Israel e a resposta do Estado hebraico estão a aumentar a pressão regional. O presidente dos Estados Unidos exige que os ataques parem, mas aparentemente ninguém o ouve, nem em Teerão nem em Telavive.
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Irão e Líbano continuaram ao longo do fim-de-semana a ser duas frentes ativas de guerra. Declarações sobre as negociações de paz entraram em período de defeso: apenas o Paquistão continua a envidar esforços para manter o assunto vivo.
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A Europa precisa de uma mudança de paradigma em termos da aplicação das poupanças dos seus cidadãos. E não precisa de inventar nada. A comissária portuguesa Maria Luís Albuquerque está a trabalhar no assunto, mas os hábitos antigos são difíceis de deixar para trás.
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O partido do atual primeiro-ministro, Nikol Pashinyan, segue folgadamente à frente nas sondagens, apesar de tantos apoios externos e das reticências da Rússia.
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A ideia não pode ser mais simples:o que é africano deve ser usado no desenvolvimento de África. A sua implementação é mais difícil, mas o banco tem pistas sólidas sobre como o conseguir.
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Alto dirigente iraniano avisa que o país tem capacidade militar desconhecida dos países que atacaram o Irão. No Líbano, não há cessar-fogo que resista - a poucas horas de mais uma ronda de negociações com Israel. Entretanto a Mesquita de Al-Aqsa volta estar no centro de um conflito.
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