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António Freitas de Sousa
António Freitas de Sousa
afsousa@jornaleconomico.pt
Notícias
Ana gomes: A importância do fator MRPP
A lista dos que lhe dedicam um ódio apurado é quase tão extensa quanto a dos que já ameaçaram (somada aos que já concretizaram) levá-la a tribunal. Ana Gomes não parece ligar a mais pálida das importâncias às ameaças e mantém um registo de denúncia da corrupção que não é para parar. As picardias em que se envolveu recentemente com Isabel dos Santos valeram-lhe desde já entrar na restrita lista dos que a esquerda pode estar interessada em ver candidatar-se contra Marcelo Rebelo de Sousa.
Brexit: entre o fim do império e o regresso da independência
A União Europeia está prestes a entrar naquele que será o primeiro dia do resto da sua vida. Bruxelas não tem nada para comemorar, mas Londres acha que sim.
Cristina Presidente: Primeiro estranha-se, depois sintoniza-se
A apresentadora de televisão Cristina Ferreira formulou a hipótese de vir a ser candidata à Presidência da República. Ato de mera publicidade, devaneio de diva que perdeu contacto com o planeta terra ou simples manifestação de cidadania? Eduardo Cintra Torres e António Costa Pinto esmiúçam a possibilidade que, a acontecer, seria apenas mais um exemplo de uma tantas vezes repetida transferência dos palcos mediáticos para os igualmente pouco perenes palcos da política pura e dura.
Donald Trump e os bombos da sua festa
Avatares da intervenção do presidente dos Estados Unidos no exterior obedecem a um figurino muito particular. Mas o Irão não é a Coreia do Norte ou a Venezuela.
Cálem investe 30 milhões num novo hotel na cidade de Gaia
O grupo que faz parte dos ativos de Abanca vai instalar um hotel de cinco estrelas com 151 quartos, que em ano cruzeiro vai faturar entre 10 e 13 milhões de euros. Oturismo é uma área estratégica para o grupo.
Irão-Estados Unidos: “Um cenário instável e muito perigoso”
Investigadora e ex--secretária de Estado da Defesa Nacional, Ana Santos Pinto acha que uma guerra imediata e direta entre Estados Unidos e Irão é um cenário pouco provável. Entretanto, o Ocidente já averbou a primeira derrota: os elementos mais pró-ocidentais e liberais do regime de Teerão deixaram de contar no quadro da política interna. Como tantas vezes antes, o Irão está nas mãos dos mais radicais - um serviço que o resto do mundo pode agradecer a Donald Trump.
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