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Autor
António Freitas de Sousa
António Freitas de Sousa
Jornalista
afsousa@jornaleconomico.pt
Notícias
Egipto, Kuwait e Qatar podem vir a juntar-se ao Acordo de Meca
Acordo assinado entre Árabia Saudita, Turquia e Paquistão – criticado por Teerão e tolerado por Washington – pode vir a ter novas adesões. É essa, pelo menos a promessa dos signatários. Entretanto, Israel, como era de prever, recusa o acordo para Gaza.
Economia de Marrocos tem cada vez mais impacto na Europa
País africano encontrou o lugar certo: passou a ser uma plataforma logística e industrial às portas da Europa, com salários mais baixos e custos de contexto controlados. A ligação política aos EUA e a Israel fez o resto. Com os estreitos na moda, vale a pena não esquecer que Marrocos tem preponderância sobre o Estreito de Gibraltar, cada vez mais usado pelas rotas internacionais. Portugal é um parceiro crescentemente ativo.
Irão e Omã ainda não conseguiram declaração conjunta sobre o Estreito de Ormuz
A demora está a deixar o setor do petróleo nervoso: depois de ter passado a semana estável, o preço do brent aumentou 4%. Entretanto, o fracasso do plano israelita para remover a teocracia de Teerão está a deixar marcas na Mossad.
Irão e Omã chegam a acordo sobre o Estreito de Ormuz, mas não garantem abertura imediata
Os dois Estados do Golfo afirmam que chegaram a um acordo, mas o documento final ainda está a ser negociado. Os pormenores são, portanto, desconhecidos, mas o acordo bilateral resolve apenas aspetos técnicos e geográficos, não anulando o conflito militar e geopolítico de fundo.
ONU alerta para crescente uso de IA em ataques terroristas
Oguljeren Niyazberdiyeva, representante do Gabinete das Nações Unidas de Combate ao Terrorismo, alertou para o crescimento fo Estado Islâmico numa sessão do Conselho de Segurança sobre a ameaça do terrorismo jihadista.
Ucrânia: vulnerabilidades Internas testam presidência de Volodymyr Zelensky
Num governo em tempo de guerra, os escândalos de corrupção e a fragilidade institucional surgiram como o principal desafio interno à presidência de Zelensky. A corrupção sistémica ameaça corroer a confiança, enfraquecer o apoio internacional e minar as perspetivas de integração europeia.
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