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Autor
Ruben Pires
rpires@jornaleconomico.pt
Notícias
Preço do hélio sobe com ataques ao Qatar e empresas sentem perturbações na oferta
O Qatar é responsável por um terço da produção mundial de hélio. Este gás, que é um subproduto do processamento do gás natural, tem aplicações em áreas como os semicondutores e o setor da saúde. Entre os maiores consumidores estão a Coreia do Sul, o Japão, e a China. Estados Unidos é o maior produtor ao nível global.
Será que a IA destrói empregos? Estudo do BCE dá a resposta
O estudo revela que as empresas que usam a tecnologia ​​têm uma probabilidade 4% maior de contratar mais pessoas, enquanto que as que investem em inteligência artificial têm 2% mais de probabilidades de contratar mais pessoas, refere a publicação espanhola.
Será que a IA destrói empregos? Estudo do BCE dá a resposta
O estudo revela que as empresas que usam a tecnologia ​​têm uma probabilidade 4% maior de contratar mais pessoas, enquanto que as que investem em inteligência artificial têm 2% mais de probabilidades de contratar mais pessoas, refere a publicação espanhola.
Redução da oferta de petróleo está a causar escassez em vários produtos
A interrupção do fluxo de petróleo e gás pelo Estreito de Ormuz não só fez os preços dos combustíveis dispararem, como também reduziu o fornecimento de produtos petroquímicos como o plástico, borrachas e poliéster necessários para o fabrico de bens de uso diário, como sapatos, roupas, sacos de plástico, tampas e recipientes. Indonésia, Bangladesh e Eslovénia já impuseram limites na quantidade de combustível.
Fundo de Bill Ackman oferece 55 mil milhões de euros pela Universal Music
A proposta da Pershing Square avalia cada ação da Universal Music Group em 30,4 euros, um preço 78% acima do valor de fecho da última sessão bolsista.
Dólar deve inverter tendência de ganho com alívio da tensão no Médio Oriente
O conflito no Médio Oriente potenciou a valorização do dólar. O euro perdeu 3,6% depois do pico de final de janeiro de 1,20 dólares. A gestora de ativos Nordea projeta uma inversão do ciclo de subida. Em 2026 deve atingir os 1,22 dólar e em 2027 deve cair para os 1,26 dólares. Analistas consultados pelo JE consideram o cenário plausível. Dívida e défice dos Estados Unidos são alguns dos catalisadores para a queda da moeda norte-americana.
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