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Em entrevista ao Jornal Económico, Tiago Vilaça, presidente da Associação de Intermediários de Crédito Autorizado (ANICA), admite que há “três temas nucleares” que irão marcar os próximos meses: a transposição da diretiva europeia do crédito ao consumo, a revisão do Regime Jurídico dos Intermediários de Crédito (RJIC) e possíveis alterações às regras macroprudenciais na concessão de crédito.
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O universo de 16 cotadas do PSI fechou 2025 com lucros de 5,5 mil milhões de euros, dividendos de 3,1 mil milhões, capitalização bolsista de 81,6 mil milhões e uma subida anual do índice de 29,6%. A larga maioria das sociedades do PSI aumenta os dividendos relativos ao exercício de 2005, em linha com o aumento dos lucros. As 16 cotadas registaram um aumento de 28,3% dos lucros face ao ano anterior e ligeiramente abaixo do máximo histórico de 5,6 mil milhões atingido em 2023.
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Em 2025 foram recebidas 33.375 reclamações de clientes bancários, uma descida de 2,3% face ao ano anterior, das quais 22.795 eram da competência direta do Banco de Portugal, número que subiu 1,1%. A taxa de incumprimento das normas legais e regulamentares detetada na análise dessas reclamações caiu de 13,8% em 2024 para 6,3% em 2025 — uma redução de 47% nas irregularidades detetadas.
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A agência de rating Fitch Ratings subiu as notações de três bancos a operar em Portugal — BPI, Novobanco e Banco Montepio — na sequência da atualização dos seus Bank Rating Criteria, divulgada a 8 de maio. A revisão reflete mudanças na forma como a Fitch avalia bancos em jurisdições com regimes de resolução desenvolvidos, como é o caso de Portugal.
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Para 2026, as prioridades estratégicas do Banco de Portugal na supervisão comportamental incluem o reforço da transparência da informação prestada aos clientes — com revisão do modelo de preçário e do comparador de comissões.
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O presidente da Associação Portuguesa de Seguradores, José Galamba, considera que 2025 marcou um ponto de viragem regulatório para o setor segurador europeu, sobretudo com a revisão da Diretiva Solvência II e a criação de um novo quadro europeu de recuperação e resolução de seguradoras.
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