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O Grupo Mota-Engil fechou o ano de 2025 com o melhor resultado de sempre, impulsionado por uma rentabilidade recorde e por uma carteira de encomendas que atinge novos máximos. A empresa propõe o pagamento de um dividendo de 0,173 euros por ação. Para 2026, as perspetivas são de crescimento acelerado, com a Mota-Engil a prever um aumento do volume de negócios entre 10% e 15%.
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O sell-off das bolsas foi generalizado, atravessando mesmo o setor energético. O índice de ações espanhol, o IBEX, tombou 4,55% e em Lisboa o PSI recuou 4,24%, com todas as cotadas em queda. Os 'índices do medo' dispararam para máximos do ano, com o VIX a escalar 27% e o europeu Vstoxx a disparar 31%.
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Os presidentes do BCP, Santander Totta, Abanca e BBVA Portugal estiveram esta terça-feira na Comissão Parlamentar de Orçamento, Finanças e Administração Pública (COFAP) para responder sobre a prescrição da coima de 225 milhões de euros aplicada pela Autoridade da Concorrência (AdC) no chamado processo do cartel da banca. “Aumento da concorrência e preços mais baixos”: banqueiros refutam mito do cartel.
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A Cajalmendralejo é a principal instituição financeira da região da Extremadura. Atua como a entidade central do Grupo Cooperativo Solventia, que integra diversas caixas rurais.
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A CGD, o BCP, o Santander e o BPI juntos registaram lucros de quase 4,4 mil milhões de euros, apesar da queda quase generalizada da margem financeira. O crédito à habitação foi a estrela do ano.
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Já há uma data indicativa para o "closing" da venda do Novobanco aos franceses do BPCE. Este momento representa o corolário de um longo processo iniciado com a resolução do Banco Espírito Santo, em 2014. Com a entrada do BPCE, o Novobanco passará a contar com um novo administrador financeiro, que será de nacionalidade francesa.
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