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A subida do rating reflete “o fortalecimento das finanças públicas de Portugal, incluindo uma trajetória projetada de redução da dívida pública e saldos orçamentais consideravelmente mais fortes do que os dos seus pares, sustentados por um forte compromisso político com a prudência orçamental”, explica a Fitch, em comunicado.
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É esperado um dia de liquidez reduzida sem Wall Street, mas com a Europa a ter de absorver sozinha o nervosismo das obrigações e do petróleo. O verdadeiro teste chega na quinta-feira, com a inflação americana. Até lá, defesa, energia e ouro devem continuar como refúgios.
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Dívida pública: Subida das yields de longo prazo reflete preocupações orçamentais e procura de financiamento para IA, mas fundamentais sólidos afastam cenário de crise, defendem ex-presidentes do IGCP.
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Banca: A tão esperada entrada de António Horta Osório na administração do Novobanco está prevista para 1 de janeiro de 2027. O novo modelo de governo está a ser trabalhado pelo BPCE.
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Crédito: A banca portuguesa, que tem atualmente baixos rácios de crédito malparado, em média de 1,7%, está no mercado a limpar o balanço, para dar mais crédito à economia.
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M&A: TAP, Logoplaste, Indaqua, REN, Gamalife ou DSTelecom são os maiores negócios na calha neste momento. Só estas operações valem 4,5 milhões de euros. Mas há mais negócios na berlinda no setor das telecomunicações e da energia, como a fusão da Galp com a Moeve.
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