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Em causa está a venda da totalidade do capital da empresa de assistência em escala do grupo açoriano, no âmbito do plano de reestruturação aprovado pela Comissão Europeia para o Grupo SATA. O processo decorre em paralelo com a privatização da Azores Airlines
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Lucro conjunto cai 3% face ao 1º semestre de 2025. BCP é o único com crescimento de dois dígitos (+12,7%) e o Montepio regista a maior queda (-17,4%). Santander mantém-se como o mais rentável do sistema com ROE de 29,3%. O produto bancário é o indicador onde mais se nota o fim do ciclo alto dos juros no primeiro semestre de 2026 e a divergência entre bancos é total. No conjunto os sete maiores bancos geraram 6.555 milhões de euros, mas enquanto o BCP surge isolado no topo com 1.950,3 milhões e um crescimento de 5,5% homólogo, a CGD, apesar de manter o segundo lugar com 1.597 milhões, regista a maior queda do setor com menos 4%.
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Com a subida do rating da Fitch para A+, Portugal passa a estar ao nível de países como França e Bélgica. Os CEO dos cinco maiores bancos consideram que “todos os portugueses beneficiam desta importante evolução” que melhora a “credibilidade” do país e o custo da dívida.
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A possibilidade de troca de ações como alternativa de pagamento na compra da participação na TAP está contemplada no caderno de encargos, mas só a Air France-KLM terá colocado a opção.
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A subida do rating reflete “o fortalecimento das finanças públicas de Portugal, incluindo uma trajetória projetada de redução da dívida pública e saldos orçamentais consideravelmente mais fortes do que os dos seus pares, sustentados por um forte compromisso político com a prudência orçamental”, explica a Fitch, em comunicado.
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É esperado um dia de liquidez reduzida sem Wall Street, mas com a Europa a ter de absorver sozinha o nervosismo das obrigações e do petróleo. O verdadeiro teste chega na quinta-feira, com a inflação americana. Até lá, defesa, energia e ouro devem continuar como refúgios.
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