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O banco liderado por Miguel Maya registou um resultado líquido consolidado de 873,7 milhões de euros nos primeiros nove meses de 2026, uma subida de 12,6% face aos 775,9 milhões do período homólogo, impulsionado pelo desempenho da atividade em Portugal e pela redução das provisões associadas aos créditos hipotecários em francos suíços na Polónia.
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A margem financeira caiu 13%. Mas o banco liderado por Isabel Guerreiro continua a apresentar uma elevada rentabilidade, com um RoTE de 29,6%.
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A insuficiência de recursos financeiros é o principal motivo apontado por quem não poupa (55%), seguindo-se o facto de nunca ter pensado no assunto ou de considerar prematuro fazê-lo (27%). Entre os que não poupam, 17% têm intenção de contratar um produto, e 58% destes preveem fazê-lo nos próximos dois anos. Outros 24% admitem essa possibilidade, mas com incerteza.
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Nas questões ad hoc, as instituições indicam que o acesso às principais fontes de financiamento a retalho e por grosso não se alterou nos últimos três meses, mas preveem uma deterioração nos próximos três. O agravamento deverá incidir no financiamento através de dívida de médio e longo prazo, na titularização de empréstimos a empresas e à habitação e na capacidade de transferência de risco para fora do balanço.
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Wall Street prepara-se para uma semana decisiva para as empresas ligadas à inteligência artificial, enquanto a Reserva Federal e o Banco Central Europeu enfrentam novas pressões inflacionistas. A subida do crude e os contactos diplomáticos sobre a Ucrânia mantêm os riscos geopolíticos no centro das atenções.
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O OE2027 dividiu o painel. AD elogiou documento que reduz impostos e mantém excedentes. Chega acusou-o de não ter reformas estruturais e PS reiterou abstenção. Habitação e combustíveis no centro do debate.
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