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Autor
Maria Teixeira Alves
Grande Repórter
mtalves@medianove.com
Notícias
Lucros dos cinco maiores bancos caem 2,7% no primeiro semestre, mas mantêm-se acima dos 2,5 mil milhões
Cinco maiores bancos lucram 2,54 mil milhões no primeiro semestre apesar da pressão na margem financeira. Mas enquanto o BCP acelera com um crescimento de quase 13%, o Novobanco e o BPI desaceleram fortemente (-15,6% e -13%), e o Santander regista uma quebra de quase 5%. A subida da CGD foi de apenas 2,2% e sustentada em parte pela libertação de provisões. No Novobanco a queda aparatosa é explicada pelo impacto de custos extraordinários associados ao processo de venda do banco ao Groupe BPCE. A reversão de provisões (-0,11%) ajudou a amortecer a queda dos lucros. 
Lucro do Novobanco caiu 15,6% no primeiro semestre, penalizado por custos da venda ao BPCE
Rendibilidade sobre capitais tangíveis recua para 17,1%. Ainda assim, o Novobanco manteve uma dinâmica comercial forte, com crédito a crescer 8,3% e depósitos a subirem 7,7% em termos homólogos.
Quatro grandes bancos mantêm lucros de 2,17 mil milhões no primeiro semestre. BCP destaca-se
Os quatro bancos portugueses que já apresentaram contas no primeiro semestre de 2026 — CGD, BCP, Santander e BPI — somam 2.170,6 milhões de euros em lucros, em linha com o ano anterior. Mas o montante agregado esconde dinâmicas muito distintas, pois, enquanto o BCP acelera com um crescimento de quase 13%, o BPI desacelera fortemente (-13%) e o Santander regista uma quebra quase de 5%.
Fundadores da 3cket: "Queremos em cinco anos liderar o negócio da bilhética"
A história da 3cket tem paralelismo com a história do Facebook. Tal como a rede social criada por Mark Zuckerberg e os seus colegas de Harvard nasceu para responder às necessidades de uma comunidade universitária antes de se transformar num ecossistema digital global, também a 3cket surgiu no contexto académico para resolver um problema específico e acabou por alargar significativamente o âmbito da sua tecnologia.
CEO do BCP considera que as fusões bancárias transfronteiras só são boas para a banca de investimento
No dia em que apresentou "os melhores resultados de sempre para um semestre", Miguel Maya destacou que o cenário macroeconómico exige prudência. Assim as imparidades para crédito subiram 16,3% (para 104,4 milhões de euros), o que Miguel Maya explicou com a prudência face à conjuntura económica e geopolítica. "Entendemos que deveríamos reforçar as reservas para fazer face a eventuais 'cisnes negros', até porque há vários cenários imprevisíveis que podem, de facto, vir a concretizar-se", disse o banqueiro.
Quadrante prevê aquisições nos EUA, Europa Central e de Leste com apoio do fundo Permira
O fundo de private equity britânico Permira chegou a acordo com o private equity espanhol, Henko Partners, e com os acionistas fundadores para a compra da maioria da Quadrante. A entrada do fundo Permira tem como objetivo apoiar a expansão internacional da empresa, em particular nos Estados Unidos. Mas a Quadrante tem previsto fazer aquisições na Alemanha e na Polónia. Vai também anunciar em setembro uma aquisição em Portugal, revela em entrevista o CEO da empresa de engenharia.
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