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Autor
Maria Teixeira Alves
Grande Repórter
mtalves@medianove.com
Notícias
CEO do EFG: "Nos próximos 25 anos cerca de 80 biliões serão transferidos para as gerações seguintes"
Nesta entrevista ao Jornal Económico, Giorgio Pradelli, CEO do grupo, explica por que razão o banco viu o potencial de Lisboa como hub para empreendedores globais e brasileiros, detalha a estratégia para crescer 200 milhões de euros por ano em Portugal revela os planos para lançar novos serviços de financiamento, como o lombard lending.em
"A garantia do Estado à habitação deveria ser prolongada", defendem CEO dos bancos
Miguel Maya, CEO do BCP, deixou a ironia no Fórum Banca: "Fomos acusados de ser muito prudentes por um lado (crédito a empresas) e pouco prudentes no crédito à habitação com garantia do Estado".
Sete maiores bancos com lucros de 5,6 mil milhões em 2025 com crescimento anual de 1,95%
O BCP (muito graças ao Bank Millennium na Polónia) já superou a Caixa em produto bancário, em margem financeira, em comissões, em crédito no geral e à habitação em particular e em depósitos. Mas também em custos. Onde é que a CGD lidera? Em volume de resultados, em custo do risco e tem a melhor cobertura por imparidades (125,8%) com um rácio de malparado de apenas 1,31%. O Santander é mais rentável e o BPI tem o melhor rácio de malparado (NPE de 1,2%).
Banco de Portugal interroga bancos sobre “taxas baixas” na habitação
O banco central está preocupado com a redução do pricing do crédito à habitação e está a realizar um inquérito a todos os bancos. Quer saber se todos os custos estão a ser bem refletidos.
Crest pede mais de 50 milhões pela Campotec
O fundo Crest, liderado por Marco Lebre, pôs a empresa Campotec à venda. O valor pedido oscila entre os 50 e os 60 milhões.
Mota-Engil com lucro histórico em 2025 de 133 milhões de euros
O Grupo Mota-Engil fechou o ano de 2025 com o melhor resultado de sempre, impulsionado por uma rentabilidade recorde e por uma carteira de encomendas que atinge novos máximos. A empresa propõe o pagamento de um dividendo de 0,173 euros por ação. Para 2026, as perspetivas são de crescimento acelerado, com a Mota-Engil a prever um aumento do volume de negócios entre 10% e 15%. 
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