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Autor
Maria Teixeira Alves
Grande Repórter
mtalves@medianove.com
Notícias
Lisboa entra em zona de risco acrescido de bolha imobiliária, alerta UBS
Lisboa é incluída pela primeira vez no estudo, na categoria de risco acrescido de bolha imobiliária, juntamente com Miami, Dubai, Seul e Genebra, segundo o UBS Global Real Estate Bubble Index 2026 que conclui mesmo que Lisboa e Seul registaram o maior aumento do risco de bolha entre as 23 cidades analisadas.
REN: Estado admite prémio de 15%, abaixo dos 20% pedidos pela espanhola Pontegadea
O Executivo defende que se trata de um investimento financeiramente atrativo: a REN apresentou um dividend yield "historicamente atrativo", situado entre 6% e 7% entre 2021 e 2024 (e de 5% em 2025), enquanto o custo de emissão de dívida pública portuguesa ronda os 3% a 3,5%. "Do ponto de vista financeiro, tem um retorno superior para o Estado", lê-se no comunicado.
Banca acumula mais de 100 mil milhões em dívida soberana mas maioria está protegida
Num momento em que as yields das obrigações soberanas disparam a nível global, cerca de 75% da dívida nas mãos dos bancos está registada de forma a que só são contabilizadas perdas se os títulos forem vendidos.
SATA Holding recebe 11 manifestações de interesse pela SATA Handling
Em causa está a venda da totalidade do capital da empresa de assistência em escala do grupo açoriano, no âmbito do plano de reestruturação aprovado pela Comissão Europeia para o Grupo SATA. O processo decorre em paralelo com a privatização da Azores Airlines
Sete maiores bancos portugueses com lucros de 2.764 milhões até junho, a caírem 3% num ano
Lucro conjunto cai 3% face ao 1º semestre de 2025. BCP é o único com crescimento de dois dígitos (+12,7%) e o Montepio regista a maior queda (-17,4%). Santander mantém-se como o mais rentável do sistema com ROE de 29,3%. O produto bancário é o indicador onde mais se nota o fim do ciclo alto dos juros no primeiro semestre de 2026 e a divergência entre bancos é total. No conjunto os sete maiores bancos geraram 6.555 milhões de euros, mas enquanto o BCP surge isolado no topo com 1.950,3 milhões e um crescimento de 5,5% homólogo, a CGD, apesar de manter o segundo lugar com 1.597 milhões, regista a maior queda do setor com menos 4%.
Banqueiros portugueses saúdam subida do rating para A+ pela Fitch
Com a subida do rating da Fitch para A+, Portugal passa a estar ao nível de países como França e Bélgica. Os CEO dos cinco maiores bancos consideram que “todos os portugueses beneficiam desta importante evolução” que melhora a “credibilidade” do país e o custo da dívida.
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