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Reportagem
Notícias
Os novos xerifes de Lisboa
Nasceu em 1994 mas só registou o primeiro resultado positivo em 2003, de 161 mil euros. Os roubos e o vandalismo de parquímetros levaram-na novamente para o vermelho. Deu a volta por cima e desde 2007 que não para de crescer. Aumentou a área sob gestão nas ruas, construiu parques de estacionamento e reforçou o poder de fiscalização. As grandes fontes de receita são os lugares tarifados, multas, bloqueios e reboques.
A batalha dos hambúrgueres em Portugal
Num setor que vale 1,6 mil milhões de euros, o hambúrguer deixou de ser apenas fast food para chegar também à alta cozinha. Portugal tornou-se um terreno fértil para investimentos e, ao lado de marcas já consolidadas, surgem mais cadeias internacionais interessadas em abrir lojas.
A febre da proteína em Portugal
A proteína invadiu as prateleiras dos supermercados e mudou a forma como olhamos para a alimentação. O que antes era símbolo de esforço extremo — Rocky Balboa a engolir ovos crus de manhã cedo — hoje vem em pó, batidos e barras energéticas. Neste mercado de saúde e bem-estar — que vale 600 milhões de euros —, as marcas competem para conquistar consumidores de todas as idades.
Quanto vale a bravura de um touro?
Criar um touro bravo é uma espécie de laboratório ao ar livre. Durante quatro anos, os ganadeiros observam o temperamento, a morfologia e a forma como reage. Os mais aptos são escolhidos para a reprodução ou entrar em praça. É o chamado “aluguer da bravura”, que pode valer cinco mil euros por animal.
A revolução do mercado pet em Portugal
A família multiespécie (pais, filhos e animais de estimação) é o reflexo de uma nova realidade em Portugal. Neste mercado de cuidados para cães e gatos – que vale 612,2 milhões de euros – os donos não olham a custos para garantir bem-estar, saúde e longevidade. Há coleiras para monitorizar batimentos cardíacos, seguros de saúde e até banhos de ozono.
A queda do império da carne de porco
Em década e meia, o gigante de transformação de carne de porco passou de uma faturação de quase 100 milhões de euros para a insolvência. Com a quebra nas exportações e a forte concorrência, como a Nobre e a Izidoro, que investiram na imagem e na diversificação dos produtos, as latas de enchidos da Sicasal desapareceram das prateleiras dos supermercados.
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