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Ainda não é completamente claro o que justifica a criação de um fundo soberano para participações em empresas estratégicas, mas a decisão do Governo está a gerar desconforto. A Associação Empresarial de Portugal e economistas ouvidos pelo JE apontam vários riscos.
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A Associação Industrial Portuguesa (AIP) manifestou, nesta quinta-feira, preocupação com as projeções que apontam para uma redução de 16% no financiamento comunitário atribuído a Portugal no próximo Quadro Financeiro Plurianual (QFP) da União Europeia, relativo ao período 2028-2034.
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A discussão sobre a Prestação Social Única (PSU), que vai reunir 13 apoios num só, voltou a pôr os holofotes sobre o Rendimento Social de Inserção (RSI), uma prestação que serve para mitigar as condições de quem está em pobreza severa.
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O valor de 2025 representa um aumento de 83% face ao ano anterior, fica acima do valor previsto no Orçamento do Estado para 2025 e é o quinto registo mais elevado em 15 anos. IMT e taxa turística deram uma ajuda. Ainda assim, há sete municípios que têm dívidas acima do limite, dois dos quais estão em situações de rutura financeira.
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A maior diferença foi registada nos números de 2023 e 2024. A taxa de criminalidade de 2025 subiu face a 2024, mas é inferior a 2023, e é a quinta mais baixa em pelo menos 28 anos. Face ao pré-pandemia, o número de crimes subiu menos do que a população.
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Parte relevante do próximo orçamento plurianual dependerá da competição entre projetos, não do PIBper capita — e AIP avisa que serão os maiores países a beneficiar. CAP teme que maior autonomia para os governos ajude a afundar ainda mais a agricultura nacional. Países ricos e da coesão têm maratona pela frente este ano, num contexto de várias pressões.
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