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AEP considera que o Governo deixou escapar uma oportunidade para impulsionar a economia. Tal como a ANJE, defende que é necessária maior ambição. CAP lamenta “ausência de uma visão estrutural” sobre a agricultura. Construção avisa que “não basta anunciar dotações”. AEMinho está preocupada com pós-PRR.
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O reforço da despesa militar ajuda o Governo a cumprir as regras orçamentais europeias, apesar de prever que a despesa líquida cresça 2,5% em 2027. É mais do dobro dos 1,2% recomendados pelo Conselho da UE. O Executivo conta com a cláusula de salvaguarda relativa à Defesa para fazer face ao desvio da trajetória acordada com Bruxelas.
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Álvaro Santos Pereira pede “prudência” na gestão do saldo orçamental, mais investimento em habitação e medidas temporárias direcionadas às famílias mais vulneráveis.
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O Governo conta investir 9,7 mil milhões de euros no próximo ano. Sem contabilizar as verbas do PRR, está em causa, no entanto, uma subida de 6,8%, sublinha o Executivo.
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No debate foi traçado o diagnóstico para uma maior cooperação institucional e uma nova abordagem à formação ao longo da vida
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Castro Almeida refere-se ao polémico Fundo Europeu de Competitividade. O ministro quer ainda uma reforma do Estado e a alteração no paradigma de crescimento.
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