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Estudo do supervisor, publicado em janeiro, mostra que há “fluxos de trabalhadores intensos” e que a mobilidade “não se limita aos trabalhadores mais jovens”. Centeno constata que “a rotação do emprego é enorme”, mas Mota Soares afirma que a reversão de medidas
e a Agenda do Trabalho Digno tornaram o mercado mais rígido.
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Em Portugal, convencionou-se chamá-los de “nem-nem” – nem trabalham, nem estudam — e tempos houve em que era um indicador preocupante.
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"Estamos a desafiar todos para que digam em que artigo e em que página é que estão aquelas ‘profundas alterações’ que ‘prejudicam o trabalhador’ e ‘quebram a sua dignidade’, nomeadamente a possibilidade de despedimento arbitrário, a diminuição dos direitos da maternidade e da paternidade ou o trabalho gratuito", atirou Armindo Monteiro.
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A CGTP, que não tem participado nas reuniões sobre o código laboral, será a primeira a ser ouvida. Seguem-se a CAP, a UGT, a CIP, a CCP e a CTP. Dois dirigentes da UGT já prometeram rejeitar última proposta.
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No espaço de uma década, o gasóleo usado para transportes pessoais teve a décima maior subida na última década. No mesmo período, a gasolina subiu 36%. Entre os dez preços que mais subiram desde março de 2016 constam cinco que saltaram para o dobro ou mais.
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O FMI prevê que os preços subam este ano 3,1% em Portugal, duas décimas a mais do que o valor antecipado pelo Conselho das Finanças Públicas. As duas entidades veem vários défices no horizonte. Mas dívida continuará a descer.
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