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O OE2027 passou na generalidade com abstenção do PS, mas os socialistas, tal como o Chega, exigem alterações. Há coincidências nalgumas propostas. Será suficiente para coligações negativas?
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O PS absteve-se, como tinha anunciado, permitindo que o Orçamento do Estado para 2027 passe na generalidade. Quase toda a restante oposição votou contra, incluindo o Chega.
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A falta de casas deverá continuar a marcar a discussão sobre o Orçamento do Estado no Parlamento, numa altura em que proliferam os protestos em torno da habitação e do aumento do custo de vida. O debate do plenário na generalidade arranca esta terça-feira, com o Governo a contar com a abstenção do PS, mas os socialistas já avisaram que querem medidas para enfrentar o aumento do custo de vida. O Governo diz que não há margem orçamental.
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Miranda Sarmento acredita que preços das casas vão começar a refletir as medidas que o Governo tomou para combater crise habitacional. E manifestações nas ruas? São legítimas, diz o ministro, mas "apenas algumas centenas” [de pessoas].
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O Governo antecipa que os gastos com pensões e outras prestações subam 3,8% em 2027, mas este acréscimo não acompanha totalmente a evolução esperada para o PIB. Juntando os salários do Estado, as duas rubricas deverão ter o 2.º peso mais baixo em 25 anos.
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Ministro das Finanças não dá importância ao possível agravamento do valor ajustado da despesa corrente primária, porque terá lugar “na pior das hipóteses”. Ou seja, “se a despesa for totalmente executada”.
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