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Previsões : A guerra no Médio Oriente já levou várias entidades nacionais e internacionais a piorarem as estimativas de crescimento, inflação e saldo orçamental, ainda que haja exceções. Os Estados-membros estão todos no mesmo barco, dependentes do estreito de Ormuz, mas cada um gere a crise à medida das suas possibilidades.
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Não é todos os dias que se ouve um ministro reclamar “vitória” para Portugal, como fez Miranda Sarmento depois de conhecido o saldo orçamental do ano passado. Quis o Governo que o momento fosse tão marcante que convocou uma conferência de imprensa para o efeito — honra raramente concedida a dados do INE — apenas uns dias antes de falar sobre os mesmos dados no Parlamento.
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Decisões judiciais, apoio à Ucrânia, empréstimos do PRR e suplemento dado aos pensionistas degradaram o saldo orçamental. Sem estas medidas, excedente seria de 1,2%, revelou Miranda Sarmento no Parlamento. PSD chama Centeno e Nazaré Costa Cabral para explicarem falha nas previsões.
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"A atual turbulência nos mercados internacionais, resultante do conflito com o Irão, está a gerar uma elevada instabilidade no mercado energético, podendo, em função da sua duração, exercer uma pressão adicional sobre os custos dos materiais, para além dos efeitos já sentidos ao nível dos combustíveis", afirma Manuel Reis Campos, presidente da Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN)
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Ainda não é certo que impacto poderá ter a guerra no Médio Oriente, mas o Governo conta com uma ajuda extraordinária: um saldo orçamental positivo de 0,7% em 2025, bem maior do que se pensava e que “dá margem para responder às crises”, garante o ministro das Finanças.
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Oferta. Oferta. Oferta”. O mantra de Álvaro Santos Pereira para resolver a crise que o país vive na habitação foi repetido esta quarta-feira na apresentação do boletim económico de março, mas, para já, os números não acompanham o discurso do governador do Banco de Portugal. Ou, quando muito, dão cobertura tímida a uma só palavra, não às três.
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