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José Eduardo Carvalho : Falta de mão de obra “limita o investimento, reduz a capacidade produtiva, atrasa projetos de expansão e condiciona o crescimento das exportações”, avisa líder da AIP.
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A Europa e os EUA continuam a ser as geografias preferenciais das exportações de bens portuguesas, mas houve grandes variações de ritmo entre os últimos três anos e o período de 2014 a 2016.
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Representantes da construção e da agricultura acreditam que os salários vão continuar a aumentar. Mas esta valorização “não resolve, por si, só” a falta de mão de obra, ressalva líder da Confederação do Turismo.
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O valor tem aumentado de forma consistente na última década — e discutem-se agora novas subidas —, mas a maioria dos estados-membros com salário mínimo (incluindo todos os países de Leste) teve um aumento percentual ainda maior.
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Há menos 582 mil pessoas nestas circunstâncias do que há 10 anos. Mas Portugal tem novas fontes de pressão sobrenas populações mais vulneráveis e situações "extremamente preocupantes", aponta o especialista Carlos Farinha Rodrigues.
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As associações empresariais têm várias sugestões para combater a escassez de mão de obra, incluindo a aposta na qualificação de trabalhadores, a reforma da lei laboral, a valorização das carreiras e o reforço da “via verde” para acelerar a entrada de imigrantes. Mas há muito mais.
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