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Autor
Almerinda Romeira
Jornalista
aromeira@jornaleconomico.pt
Notícias
Há mais professores formados, mas ainda não substituem os que se aposentam
Formaram-se, no ano passado, 2.335 pessoas em mestrados que dão habilitação profissional para a docência, mais três centenas do que em 2024. Embora o número tenha vindo a crescer nos últimos anos, não permite ainda a substituição das cerca de três mil aposentações anuais previstas.
O que se estuda é que faz a diferença na qualidade do emprego
Diplomados de Artes, Psicologia, Ciências Naturais, Matemática e Estatística, Humanidades e Línguas apresentam uma probabilidade de desemprego, pelo menos, 10 pontos percentuais superior à dos diplomados de Engenharia, Indústrias Transformadoras e Construção, revela estudo EDULOG, da Fundação Belmiro de Azevedo. Os resultados sugerem que a qualidade do emprego deve ser analisada sobretudo a partir das áreas de estudo, e não da instituição frequentada.
Portugal tem melhor ano de sempre no ranking dos mestrados em Gestão
Portugal consolida-se como 'hub' europeu da formação avançada em Gestão. Embora no Financial Times Masters in Management Ranking 2026, o número de escolas seja o mesmo do ano passado, cinco, verifica-se uma subida generalizada de lugares. A Nova SBE ascende a número dois, a Católica-Lisbon a 25.ª, a Católica Porto a 54.ª e o Iscte a 62.º. O ISEG faz a sua estreia este ano, compensando a saída da FEP.
Há 80 mil estrangeiros no ensino superior em Portugal
Alunos estrangeiros passaram de 20 mil para 80 mil em 15 anos. O crescimento é particularmente expressivo nos mestrados integrados, onde o número aumentou sete vezes. Licenciaturas dominam em termos absolutos. Brasileiros são maioria em todos os graus de ensino. Dados estatísticos da Pordata, divulgados em vésperas do regresso às aulas.
Mestrado em Gestão da Nova SBE é o segundo melhor do mundo
Mestrado Internacional em Gestão da Nova SBE sobe duas posições face ao ano passado e ascende ao segundo lugar no Financial Times Masters in Management 2026. À sua frente apenas o programa ministrado na escola de negócios suíça St. Gallen.
Um ano de escola pode custar às famílias quase 1.500 euros no público e quase seis vezes mais no privado
Entre material escolar, equipamento desportivo, alimentação e atividades extracurriculares, um ano na escola pública pode significar para as famílias uma despesa de 1.493 euros, apesar dos manuais gratuitos. No privado, incluindo propinas e estes gastos, a fatura dispara para mais de oito mil euros. Os cálculos são apresentados no "Guia para o Regresso às aulas", do Dr. Finanças.
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