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Autor
João Barros
Jornalista
jbarros@jornaleconomico.pt
Notícias
FMI frisa importância de bancos centrais para lidarem com crises
Estudo a Dado o ambiente de juros elevados e a ida às urnas de mais de metade da população mundial este ano, torna-se ainda mais fulcral os bancos centrais estarem blindados de interferência política, o que não acontece na maioria dos casos. Entidade liderada por Kristalina Georgieva reforça necessidade de manter a independência no atual contexto de elevada inflação.
‘Almofada’ para pagar pensões absorve grande parte da folga orçamental
Contas públicas: Saldo orçamental histórico de 2023 deve ser canalizado para Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social, diz UTAO. Excedente não serve para financiar aumentos de despesa permanente, dificultando ainda mais reduções de impostos para já, alertam economistas.
UTAO aguarda dados para calcular custo de repor tempo de serviço
Orçamento: Reposição do tempo integral de serviço dos professores será uma das primeiras medidas da AD a avançar, embora a UTAO continue sem os dados necessários para calcular o seu impacto nas contas públicas.
Confiança na zona euro e Portugal continua a recuperar
Expectativas: No caso da moeda única, a melhoria é transversal a todos os sectores e à maioria das principais economias, mas a alemã continua a pesar; por cá, os consumidores reportam expectativas mais otimistas, ao contrário da indústria e construção.
CFP pede limites no uso da 'almofada' das pensões para não prejudicar gerações futuras
A lei não especifica se o Fundo “pode ser totalmente esvaziado ao longo desse período de utilização ou se deverá preservar alguma ‘almofada’ mínima", uma das várias situações que leva o CFP a pedir maior clareza e transparência.
Miguel Cadilhe critica “grave sofisma da composição” do excedente orçamental
O antigo ministro das Finanças considera que o país vive com "impostos a mais" e "qualidade a menos" nos serviços públicos, uma crítica recorrente de vários quadrantes do panorama político nacional e que se estende a economistas. Ao JE, Miguel Cadilhe diz mesmo que impostos que, apesar do excedente orçamental "assinalável", com aquela conjugação "não podemos ter boas finanças públicas".
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