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O país mais populoso do mundo deixa cair tarifas em 96,6% das compras à UE e setores nacionais como o agroalimentar, componentes automóveis e serviços procurarão ganhar quota.
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INE deve atualizar números populacionais em linha com a AIMAem breve, o que mostrará como a convergência com a média europeia tem sido sobrestimada devido a uma base populacional mais alta do que realmente se verifica. Nível de vida não passa assim de 80% da UE.
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A confederação das PME volta a pedir a baixa do IVA da restauração para 6%, bem como na eletricidade e gás natural consumida pelo sector, e relembra o peso que o pagamento dos apoios contraídos na pandemia está a ter nas empresas.
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Presidente da Fed deixou alguns reparos sobre a importância de preservar a independência dos bancos centrais, mas fugiu a mais questões sobre a polémica investigação que recaiu sobre si depois de deixar os juros inalterados no nível mais baixo desde 2022.
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Reserva Federal reúne-se pela primeira vez este ano e, com o mercado a dar como certa uma reunião sem mexidas nos juros, o destaque recai sobre Jerome Powell e a pressão que Trump tem feito sobre o presidente do banco central.
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Fileiras como a automóvel, maquinaria, agroalimentar e serviços deverão beneficiar do "maior acordo comercial de sempre", como descreveu Bruxelas, que abre o mercado do país mais populoso do mundo e a economia do G20 que mais cresce às empresas portuguesas e europeias.
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