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Os grandes mecanismos para cumprir o objetivo da reforma do Estado estão ser aprovados e colocados no lugar. A rentrée será feita com um novo quadro. Não se trata do fim do caminho , mas sim de um começo, que permitirá tudo o resto que vem a seguir.
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Serviços construídos para serem digitais e inteligência artificial a trabalhar. É este o futuro que se procura.
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Nasce-se cada vez menos em Portugal. O número de filhos por mulher cai para menos de metade em 60 anos. O total de nascimentos também descambou. Já somos um país de idosos e as políticas públicas não chegam. Os privados chegam-se à frente.
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É uma corrida contra o tempo. Vamos ser menos, mais velhos. É uma tendência global. Os sistemas vão estar sob pressão. Não para o futuro, é agora.
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Para dar resposta à falta de habitação destinada aos trabalhadores, a Madoqua prepara-se para construir entre 150 e 200 apartamentos em condomínio com farmácia, supermercado e campos de jogos. Já a Calb planeia a construção de 70 moradias para os altos quadros e de um hotel com capacidade para 700 camas. E o Porto de Sines vai apostar em 70 casas.
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Lisboa e Porto cresceram rapidamente devido à industrialização. Para alojar os trabalhadores, os empresários uniram-se para criar bairros operários como o Grandella ou a Vila Berta.
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