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Autor
Ana Pina
Coordenadora de Opinião
apina@jornaleconomico.pt
Notícias
Preservar o mirandês num mundo onde as línguas regionais estão em extinção
Em Terra de Miranda, há elementos da sociedade civil que não deixam esmorecer uma causa que entendem ser nacional e não apenas regional: a preservação da língua e cultura mirandesa. As suas propostas constam do Roteiro para a região, já apresentado aos decisores políticos e assente numa visão de futuro.
“O desenho pode ser um ponto de partida para começar uma coleção”
“Os portugueses conhecem os seus artistas, respeitam-nos e valorizam-nos”. Palavra de curadora, que é também diretora da única feira dedicada ao desenho em Portugal. Mónica Álvarez Careaga fala ao JE na identidade muito própria da Drawing Room Lisboa e da sua crescente “portugalidade”, que considera ser o reconhecimento de “várias gerações de excelentes artistas” portugueses.
Uma língua é o lugar donde se vê o mundo
Começar um texto de sugestão de leitura citando um autor que não o visado, pode parecer provocação. Não é. Quando muito é enaltecer a língua, a sua diversidade e as paisagens que nos oferece. Literais e as que vão para lá do fio do horizonte. Ou será linha?
Celebrar Saramago, os seus herdeiros e o futuro por escrever
José Saramago construiu a sua Passarola e voou da Azinhaga para o mundo. Exímio contador de histórias, deixa um legado que vai além da sua obra, como o prémio que leva o seu nome e tem o poder de transformar a vida de jovens autores.
“A confiança é fundamental para navegar na mudança”
April Rinne, uma das 50 Grandes Futuristas a acompanhar de perto, segundo a “Forbes”, esteve pela primeira vez em Portugal em 1993. Regressou este ano e diz ter confirmado a perceção que já tinha. “Portugal mudou muito e, nos últimos anos, adotou um conjunto de políticas progressivas, até mais do que muitos outros países”. Ao elogio seguiu-se a visão de quem analisa o tempo longo. “O sucesso de políticas progressistas não se mede no curto prazo, mas sim no longo prazo”. Entrevista a uma cidadã do mundo que vibra com a possibilidade de contribuir para a construção de um futuro onde cabe a esperança.
O desassossego de Bordalo II deu numa “Evilution”
Bordalo II expõe em Lisboa obras que questionam a sua evolução como artista e, também, a aparente evolução em contramão da Humanidade.
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