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A coragem de continuar

Ao escrever o artigo de hoje tenho presente como todos nós a destruição que assolou Portugal nas últimas, semanas afetando centenas de PMEs e microempresas.

E tenho bem presente a forma notável como os seus donos misturavam a tristeza com a determinação de pôr o negócio como estava. É a estes heróis e ao misto de dor e resiliência que nos demonstraram em tantas imagens que dedico com humildade estas linhas.
É frequente enaltecer o sucesso de empresas familiares que apresentam uma trajetória de desempenho e valorização ascendente ao longo de muitas gerações – casos do Grupo José de Mello, Grupo Queiroz Pereira (SEMAPA), Corticeira Amorim, Grupo Pinto Basto ou Fonseca & Simões para citar apenas alguns dos exemplos mais conhecidos.
Se a nível mundial são famosos casos como a Lego, a General Motors ou a Starbucks, Portugal não fica atrás no vigor com que foram geridos tantos casos de recuperação, todos onde se destacam três elementos comuns: resiliência, rapidez de ação e saber aprender com o falhanço. E o resultado é revigorante, uma inspiração para qualquer empresa que se veja de repente à beira do precipício...

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