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Empresas & Finanças
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“Não conseguimos sensibilizar a ERSE. É uma questão de falta de visão do mercado”
Entrevista Luís Barroso: O presidente da Mobi.E revela que está a explorar a entrada em novos mercados na América Latina, como o Brasil, Chile ou México. Defende mudanças nas regras para fomentar os carregamentos curtos e evitar plantões prolongados, adiantando que tem tentado “sensibilizar” o regulador para esta questão, mas sem sucesso. Até 2025, o objetivo é ter 15 mil pontos de carregamento em todo o país.
Parpública vai acompanhar projeto do The Edge Group para terrenos do Autódromo
Estoril: Privatização do autódromo terá lugar por venda direta e Deloitte e Sérvulo serão os assessores, apurou o JE. Parpública pediu à Câmara de Cascais para participar nas reuniões sobre projeto de 80 milhões para terrenos em volta, do The Edge Group (tido como potencial interessado na privatização). Questionada pelo JE sobre participação nessas reuniões, Parpública diz que “ainda não há interessados”.
Balbec vai investir 250 milhões na carteira de malparado da LX Partners
Malparado: O negócio apelidado de Projeto Cascais está previsto fechar até ao Verão. A LX Partners tem 5 mil milhões em NPL e quer ser a maior empresa do sector. Vai também investir em armazéns.
Adega Cartuxa encerrou 2023 com faturação recorde de 25 milhões
Vinhos: Objetivo para este ano passa por crescer 4%. Grupo abriu novo espaço de enoturismo em Évora com o intuito de atrair mais pessoas. “Para termos esse crescimento, estamos a contar continuar acima dos 30 mil visitantes”, refere João Teixeira.
“Estamos a preparar o nosso regresso ao mercado português”
A venda do grupo FARMA-APSGeneris, em 2009, não impediu a Neosanté de caminhar sozinha, ainda que a um passo mais lento. Ao Jornal Económico, o fundador da farmacêutica focada em produtos infantis admite o regresso ao mercado nacional, depois de anos com foco na exportação.
Zurich identifica cinco áreas estratégicas para crescer até 2025
Seguros a Na Madeira, o objetivo da seguradora passa por crescer de forma sustentada, fortalecer a rede de parceiros e alargar a oferta junto das pequenas e médias empresas. ARegião, diz Carlos Barreto, tem “interesse estratégico” para a Zurich.
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