Prazer
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Há mais de 40 anos que José Carlos Santana Pinto norteia a sua existência pelo colecionismo. Pela ideia da arte como interpelação. “O belo tem
de fazer perguntas”, diz. Mas não se pense que o “belo” que o move é linear, óbvio, figurativo. É muitas vezes perturbador. Como a vida.
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O John F. Kennedy Center, em Washington, é uma marca cultural por si só. Trump nomeou-se presidente da instituição e deu ordem de despejo.
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Dois leitores ávidos olharam para o hemisfério sul e transformaram-no no conceito da sua livraria. A Gondwana ainda não tem dois meses de vida, mas já anda nas bocas do mundo. Lisboeta e não só.
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A Metropolitan Opera, em Nova Iorque, apresenta uma nova produção de “Tristão e Isolda”, pela mão de Yuval Sharon, que o New York Times considera “o mais visionário encenador de ópera da sua geração”.
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É tempo de olhar para o consumo de filmes em sala. Para o encerramento de cinemas. Inviabilidade económica? Modelo de negócio ultrapassado? Em 2025, as salas perderam um milhão de espetadores face a 2024. Mas há outros números a que importa dar atenção.
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Nos próximos cinco anos, a imensa constelação de obras do Beaubourg dissemina-se por diversos espaços em França, Europa e Ásia. Convite à viagem e à (re)descoberta do seu importante espólio.
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