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Ensaio
Notícias
Proteção Civil entre a resposta e a governança do risco
Portugal vive hoje uma contradição difícil de ignorar. Nunca se falou tanto de Proteção Civil e, paradoxalmente, raramente se discutiu com profundidade o que ela deve ser enquanto sistema estrutural do Estado. Os fenómenos extremos tornaram-se mais frequentes, mais prolongados e mais complexos, os impactos acumulam-se e a pressão sobre os serviços é crescente. Ainda assim, o debate público continua excessivamente centrado na resposta imediata, na gestão do momento crítico e na contabilidade de meios mobilizados.
O risco da equivalência: Irão, Gaza e os limites da solidariedade
A questão não surgiu num painel de discussão ou num debate televisivo. Ela surgiu discretamente e, depois, de forma cada vez mais insistente (e ruidosa), em conversas com pessoas em quem confio, respeito e amo, amigos e familiares que, como muitos de nós, tentam entender um mundo que parece cada vez mais incoerente.
Sindicalismo com sentido de futuro
Aemancipação dos trabalhadores será obra dos próprios trabalhadores”, defendia uma resolução sobre os sindicatos do Conselho Central da Aliança Internacional dos Trabalhadores (AIT) redigida por Karl Marx, em 1866.
O governo português tem a obrigação de estar ao lado da indústria portuguesa
Tive oportunidade, em outros artigos de opinião publicados em anteriores edições deste jornal, de alertar para a imprudência e mesmo irresponsabilidade da Comissão Europeia quando decidiu implementar um conjunto de medidas que, a partir de 1 de Julho de 2026, irão restringir e encarecer fortemente a importação de aço produzido no exterior da União Europeia.
Uma reflexão sobre 40 anos de integração europeia II - 2ª parte
Numa avaliação sumária, assente numa experiência direta ou numa observação próxima, ao longo de mais de vinte e oito anos*, considero que é legítimo concluir que o interesse nacional foi melhor atendido sempre que a negociação foi feita no quadro do método comunitário, sempre que a negociação teve uma natureza holística e sempre que houve clarividência política para projetar os interesses de longo prazo do País. Conclusão que também se aplica aos demais Estados-membros. O que confere a estas decisões comunitárias uma natureza estratégica.
Uma reflexão sobre 40 anos de integração europeia
No dia 8 de janeiro de 1986, há quarenta anos, Portugal participou pela primeira vez na reunião do Comité de Representantes Permanentes da Comunidade Económica Europeia (CEE), instância charneira do processo de partilha de soberania inerente à transferência de competências para o plano comunitário
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