Ensaio
Notícias
Tive oportunidade, em outros artigos de opinião publicados em anteriores edições deste jornal, de alertar para a imprudência e mesmo irresponsabilidade da Comissão Europeia quando decidiu implementar um conjunto de medidas que, a partir de 1 de Julho de 2026, irão restringir e encarecer fortemente a importação de aço produzido no exterior da União Europeia.
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Numa avaliação sumária, assente numa experiência direta ou numa observação próxima, ao longo de mais de vinte e oito anos*, considero que é legítimo concluir que o interesse nacional foi melhor atendido sempre que a negociação foi feita no quadro do método comunitário, sempre que a negociação teve uma natureza holística e sempre que houve clarividência política para projetar os interesses de longo prazo do País. Conclusão que também se aplica aos demais Estados-membros. O que confere a estas decisões comunitárias uma natureza estratégica.
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No dia 8 de janeiro de 1986, há quarenta anos, Portugal participou pela primeira vez na reunião do Comité de Representantes Permanentes da Comunidade Económica Europeia (CEE), instância charneira do processo de partilha de soberania inerente à transferência de competências para o plano comunitário
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No domingo passado, Deus levou um homem muito especial que me marcou como poucos e que nunca esquecerei. Segunda-feira rumei à Igreja de São Gonçalo em Amarante para o ver a última vez e para estar com a família e alguns quadros do grupo mais próximos. Apesar de se saber que a sua doença era terminal, pairava naquela igreja uma profunda tristeza, a tristeza duma perda irreparável.
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A COP30 decorreu num dos contextos internacionais mais difíceis da última década.
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Hoje Portugal fica mais Portugal.” As palavras do ministro António Leitão Amaro ecoaram na Assembleia da República, recebidas com aplausos que pareciam celebrar mais do que uma lei, celebravam uma filosofia de pertença, restrita e seletiva. No entanto, por trás desta celebração, esconde-se uma premissa preocupante: a essência de uma nação pode ser medida pela ascendência e pertencer é um privilégio, não um compromisso.
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