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Autor
Lígia Simões
Subdiretora
lsimoes@jornaleconomico.pt
Notícias
Política “contracionista” deverá conciliar redução da carga fiscal e investimento, diz CIP
Regras orçamentais : Após o Eurogrupo ter sinalizado esta semana um caminho orçamental mais estreito para garantir a redução do défice e dívida, CIP alerta para reforço da aposta no investimento e alívio no IRC.
Política “contracionista” de Bruxelas não pode travar aposta no investimento, alerta CIP
O Eurogrupo adotou uma posição comum sobre as orientações orçamentais para o próximo ano, na qual recomenda que a zona euro dever seguir uma tendência orçamental “contracionista”. Face às novas regras para reduzir o défice e a dívida, o líder da CIP alerta: Portugal não deve descurar o investimento e deve apostar na sua captação, criando condições para que a economia cresça. Política orçamental para os próximos anos deverá ser desenhada para conciliar também a redução da carga fiscal sobre as empresas e famílias.
Fernando Teles alerta para “entrega” de bancos a espanhóis, após sair do EuroBic
Banca : Ex-acionista do EuroBic Fernando Teles alerta para “entrega” de bancos a espanhóis, após venda “forçada” da sua posição ao Abanca.
Marcelo não pediu fiscalização preventiva da redução do IRS
Impostos : Presidente da República tinha até 11 de julho, para entregar pedido de fiscalização do diploma de redução do IRS proposta pelo PS. Marcelo tem agora 20 dias para promulgar ou vetar. E se promulgar, ainda pode pedir fiscalização sucessiva.
Governo finta negociação do OE e tenta corte do IRC e IRS Jovem por decreto
O PS sinalizou a redução do IRC e IRS Jovem como linhas vermelhas nas negociações para o próximo Orçamento do Estado. O ministro das Finanças assegura agora que vai enviar ao Parlamento as medidas fiscais, que constam do pacote de 60 medidas para acelerar a economia, como pedidos de autorização legislativas, ficando fora do OE2025 para não condicionar negociações.
Magistrados do MP enviam abaixo-assinado a Marcelo contra ideia de perseguição a políticos
Mais de 820 magistrados repudiam críticas públicas, de que tem sido alvo, de que são "justiceiros que perseguem políticos". Documento entregue ao Presidente da República surge após críticas de diversos quadrantes da sociedade sobre mediatização de buscas, utilização prolongada de escutas e sua divulgação. Em causa estão processos como a Operação Influencer, que levou à demissão de António Costa, e o caso que investiga suspeitas de corrupção na Madeira, que resultou também na demissão do Governo regional.
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