A Draycott saiu da corrida à compra dos ativos turísticos e hoteleiros do empreendimento Dunas, na Comporta.
A Vanguard Properties tem á venda, desde o ano passado, os ativos turísticos do Dunas e Torre, ambos englobados nas Terras da Comporta, e entre vários interessados estava o fundo de private equity da Draycott, de João Coelho Borges.
Em negociações desde o último trimestre de 2025, a Draycott e a Vanguard Properties não chegaram a acordo “em tempo útil” nas condições da venda e o fundo saiu do processo, sabe o Jornal Económico (JE).
Uma fonte conhecedora do negócio revela que “há muitos interessados”, e que o processo de venda, que está a ser conduzido por Alexandre Berda, prossegue.
Em setembro, quando o JE noticiou o processo competitivo de venda dos ativos turísticos da Comporta, estava na corrida ao Dunas também o consórcio liderado pela Squareview, de Luís Horta e Costa, e composto pelo BTG Pactual (um banco de investimento brasileiro) e pela cadeia de hotel brasileira Fasano. O mesmo consórcio que comprou em abril de 2024 o hotel em Cascais “ Oitavos”.
A Norfin, da Arrow Global, também está a analisar os ativos turísticos da Vanguard Properties – o Dunas e o Torre – na Comporta,
Aparentemente a desistência da Draycott abre a porta para a Arrow Global comprar os ativos na Comporta. Isto numa altura em que Henrique Rodrigues da Silva, até aqui, Chief Operating Officer do Grupo Norfin, foi nomeado CEO da Vanguard Properties com efeitos a partir de 18 de fevereiro.
Draycott fora da corrida à compra dos ativos da Vanguard
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Era o candidato mais bem posicionado para comprar os ativos turísticos no empreendimento Dunas, na Comporta, mas não chegou a acordo com a Vanguard Properties.