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Nº 2344 | 02 Abril 2026
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Os processos judiciais que envolvem a TAP só serão analisados pelos interessados na próxima fase da privatização que decorre até 1 de julho.
Aviação : Cresce a pressão das companhias aéreas para conseguirem ter uma posição maioritária na TAP. Falta de caminho claro para obter a maioria arrisca impactar valor de venda da empresa.
Banca : A sucursal do Bankinter anunciou que quer estar no Top 6 dos maiores bancos em Portugal em volume de negócios: crédito e recursos de clientes. Nesta altura já ultrapassa o Banco Montepio.
Aviação : Lufthansa quer tornar Lisboa o hub europeu de viagens entre os EUAe África. Aposta no Brasil é para manter. Alemães querem
mais voos intercontinentais da TAP no Porto.
O Banco Português de Fomento (BPF) anunciou esta quarta-feira a renovação e expansão da iniciativa das Garantias Pré-Aprovadas, alargando o apoio a mais de 147 mil empresas em todo o país.
Aviação : Aeroporto Sá Carneiro assume-se cada vez mais como alternativa a Lisboa, com novo máximo de passageiros à boleia dos voos para os EUAe Brasil. Lufthansa garante que quer mais voos de longo curso a partir do Norte do país.
O primeiro trimestre foi vermelho para as Sete Magníficas (Amazon, Microsoft, Alphabet – que detém o Google –, Meta, Nvidia, Apple, Tesla), com quedas entre os 6% e os 23,4%. um movimento descendente que já incorpora os fortes ganhos da última sessão de março, que se situaram entre os 3,1% e os 6,6%, influenciados por perspetivas de fim da guerra no Médio Oriente. No seu conjunto, estas cotadas valem cerca de 35% do índice norte-americano S&P 500
Banca : O CEO do Banco de Fomento, Gonçalo Regalado, reuniu-se com as sociedades gestoras que vão gerir o prometido “fundo de fundos”.
Saúde : Com uma receita prevista de 27 milhões em 2026, a Malo Clinic reforça o peso dos pacientes estrangeiros no seu crescimento e foca-se na internacionalização.
Liderança : Portugal estreia-se neste modelo empresarial com o grupo Mendes Gonçalves, inspirado em exemplos como a Lego ou a IKEA.
Uma forma de garantir a continuidade da empresa na hora da sucessão.
Fundações : Setor reforça peso na economia, apesar de baixa visibilidade. A Semapa e o grupo Casais surgem como dois novos exemplos de aposta em valor social e estratégico.
Recrutamento : Multinacional espanhola faturou 94 milhões de euros em 2025 e quer crescer 21% este ano. Estratégia passa por diversificar negócio e ser considerada ‘partner 360°’ de soluções de talento.
Bolsa a A gestora americana processou o CEO da Mota-Engil por difamação, por a ter acusado de manipular o mercado. Mas na queixa assume que tinha uma posição não divulgada na construtora, que já contestou a acusação.
Tecnologia : A Fullvenue ajudou a direcionar publicidade e a criar campanhas orientadas ao público alvo do festival, que vendeu mais de 70 mil bilhetes no ano passado.
Publicidade : Sistema assenta na agregação de publishers, na comunicação social, e concorre com
o que oferecem as redes sociais tradicionais. Vende eficiência na gestão de espaço e quer crescer 30%.
Trabalho : Um ano depois da entrada em vigor do Protocolo de Cooperação para a Migração Laboral Regulada, os setores do turismo e construção classificam medida como “insuficiente” e que resolve um problema que “é estrutural”. AEP diz que “é preciso dignificar estes trabalhadores”.
Parlamento : PSD, Chega e IL aprovaram a nova Lei da Nacionalidade, depois de sociais-democratas e o partido de André Ventura terem chegado a novo acordo.
Investimento a As 260 empresas suecas presentes em Portugal empregam 18 mil pessoas e contribuíram com 4,2 mil milhões de euros para a economia portuguesa nos últimos cinco anos. No mesmo período, estas empresas investiram mais de 1,1 mil milhões de euros no país.
Entrevista : António de Castro Caeiro, professor de Filosofia Antiga e divulgador de filosofia, pensa o mundo à sua volta entre a stand-up comedy e os antigos mestres. Não prescinde da tecnologia, mas alerta para a sua adição. E para a “perda de civilização” a que estamos a assistir.
Literatura : Krasznahorkai, Salman Rushdie, Margaret Atwood e Byung-Chul Han são alguns dos grandes nomes das Letras que vão marcar presença no Babell. O Porto celebra-se como ‘cidade-livro’.
Ópera : A obra inacabada de Giacomo Puccini regressa, em abril, com todo o esplendor ao palco do Scala de Milão, sob a batuta de Nicola Luisotti.
Exposição : A artista francesa Helène Guétary criou uma lenda visual que cruza arte e ação humanitária. Dar e receber são aqui pilares. A relação emocional, também, com as jovens raparigas que interpretam esta história, que ganhou asas na aridez do deserto de Thar, na Índia.
Guerra : Acossado pelo descontrolo do fornecimento de combustíveis fósseis e pela falta de apoio internacional e da opinião interna, o presidente dos EUA quer acabar com a guerra. Mas abre as portas a intervenções punitivas esporádicas.
Diplomacia : Num momento de evolução disruptiva, a diplomacia não pode reger-se por princípios ultrapassados. Angola quer passar
para um patamar de influência estratégica.
Bulgária : Presidente durante nove anos, Rumen Radev está confortavelmente à frente e será com certeza o próximo primeiro-ministro.
Indústria : O choque dos preços da energia pode ser um fator de perturbação para uma indústria ainda altamente dependente das energias fósseis. A aposta é, por isso, na tecnologia de ponta e na inovação.
Desporto : Biliões de investimento podem estar comprometidos à conta da guerra no Irão. O cancelamento de eventos tem provocado desconfiança, mas este pode ser apenas o começo da derrocada.
Dois anos : Governo da AD enfrenta impasses na lei laboral, subida dos preços das casas e dificuldades no SNS. Arrastado pelas tempestades
e a enfrentar a crise energética, avolumam-se as sombras de Montenegro na celebração do segundo aniversário dos seus governos.
Estudo : O cérebro é o órgão mais complexo e vital do corpo, regulando desde funções básicas da vida até decisões complexas. Apesar dos rápidos avanços tecnológicos, nada consegue ainda replicar a capacidade do cérebro de contribuir para a sociedade.
Previsões : A guerra no Médio Oriente já levou várias entidades nacionais e internacionais a piorarem as estimativas de crescimento, inflação e saldo orçamental, ainda que haja exceções. Os Estados-membros estão todos no mesmo barco, dependentes do estreito de Ormuz, mas cada um gere a crise à medida das suas possibilidades.
O caminho do segundo governo da AD é agora num parlamento tripartido, passando a apresentar-se como “o eixo central” ou o “bloco do meio”, sem escolher um parceiro preferencial entre o PS e o Chega, que trocaram de posições no parlamento nas legislativas do ano passado.
PRR a Manuel Maria Gonçalves defende que o fenómeno é transversal a vários mercados europeus e pede aceleração dos licenciamentos e criação de condições para atrair mais trabalhadores qualificados.
Impostos : Parlamento da Madeira aprovou, por unanimidade, uma resolução que recomenda ao Governo Regional a possibilidade
de os contribuintes recorrerem ao CAAD. Com 15 anos de atraso.
Taxas : Empresários pedem suspensão da taxa, enquanto Portugal mantém compromisso com o Sistema de Comércio de Emissões (ETS) como instrumento central da transição energética.
Combustível : O apoio de 10 cêntimos por litro cobre apenas três milhões de euros. Com os fertilizantes até 30% mais caros, o setor alerta para riscos de produção e competitividade.
Habitação : País é visto como destino seguro, mas isso não basta para captar investidores. “Temos de ter regimes fiscais atrativos para convencer as pessoas a escolher Portugal como país de eleição”, diz Hugo Santos Ferreira.
O comboio de tempestades que atravessou o país, com danos severos na região centro, confirmaram a nossa vulnerabilidade estrutural face a eventos climáticos extremos.
Não é todos os dias que se ouve um ministro reclamar “vitória” para Portugal, como fez Miranda Sarmento depois de conhecido o saldo orçamental do ano passado. Quis o Governo que o momento fosse tão marcante que convocou uma conferência de imprensa para o efeito — honra raramente concedida a dados do INE — apenas uns dias antes de falar sobre os mesmos dados no Parlamento.