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Autor
Rafael Alves Rocha
Notícias
A Europa não pode desligar o HAL
Este é um dos mais celebrados diálogos da história do cinema e tem a particularidade de retratar o conflito entre uma máquina com inteligência própria, HAL 9000, e um ser humano, o astronauta Dave Bowman. Trata-se de uma cena emblemática do filme “2001: Odisseia no espaço”, realizado por Stanley Kubrick em 1968, a partir de um argumento que o cineasta redigiu com o cientista e escritor Arthur C. Clarke, autor do romance homónimo. Para lá dos seus imperecíveis méritos cinematográficos, a obra de Kubrick ganhou atualidade e presciência com o advento da Inteligência Artificial (IA).
O impossível demora mais
A democracia é o pior dos sistemas, com exceção de todos os outros”, ensinou-nos Winston Churchill. A frase está muito batida, mas continua a servir para nos recordar que o sistema democrático encerra muitas imperfeições e, ainda assim, é melhor que todas as outras formas de governo. Desde logo, porque dá a possibilidade aos cidadãos de decidir sobre o seu destino coletivo.
Nenhum passado é melhor que o presente
“Portugal Vou contar-te uma coisa que nunca contei a ninguém Sabes Estou loucamente apaixonado por ti” (retirado do poema “Portugal” de Jorge Sousa Braga)
O monstro precisa de amigos
No romance “O Processo”, de Franz Kafka, Josef K. é atormentado por uma sensação de impotência, desencanto e frustração perante a longa manus do Estado. Este clássico da literatura deu origem ao adjetivo kafkiano, que descreve, justamente, uma situação opressiva e desconcertante provocada por uma organização burocrática.
“Às virtudes dos maiores para que seja um ensinamento para todos”
VIRTVTIBVS MAIORVM VT SIT OMNIBVS DOVMENTO” (inscrição em latim gravada no pórtico de entrada da Biblioteca Joanina em Coimbra)
Parem o mundo, eu quero descer!
O mundo está perigoso, como costumava dizer o proverbialmente cético Vasco Pulido Valente, parafraseando um outro colunista também conhecido pelo seu pessimismo, Victor Cunha Rego. Mas estará o mundo realmente mais perigoso do que já foi no passado? Será que as profecias sobre o fim dos tempos se vão finalmente concretizar e, como o diabo no oráculo bíblico, a Humanidade acabará lançada viva no “lago de fogo que arde com enxofre” (Apocalipse 20:10)? Ou “ainda não é o fim nem o princípio do mundo. Calma, é apenas um pouco tarde”, como recomendava Manuel António Pina?
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