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Parlamento tripartido e o que a oposição impôs

O caminho do segundo governo da AD é agora num parlamento tripartido, passando a apresentar-se como “o eixo central” ou o “bloco do meio”, sem escolher um parceiro preferencial entre o PS e o Chega, que trocaram de posições no parlamento nas legislativas do ano passado.

Ainda assim, foi com os socialistas que o Executivo contou na aprovação dos dois Orçamentos do Estado, através da abstenção. O OE2025 exigiu meses de negociação e só passou depois de o Executivo ter alterado as suas propostas para o IRC e IRS jovem, enquanto em 2026 o processo de aprovação do OE foi mais pacífico, com o novo líder do PS, José Luís Carneiro, apenas a exigir que não constassem do documento algumas linhas vermelhas, como a lei laboral.
Já o Chega (além da IL e JPP) deu a mão na alteração do regime jurídico de estrangeiros que já está em vigor, após um primeiro veto, e a revisão da lei da nacionalidade reapreciada nesta quarta-feira, depois de a versão original – aprovada com os mesmos partidos – ter sido considerada inconstitucional.

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