Skip to main content

Portuguesa InsurAds já é a quinta rede mundial

Publicidade : Sistema assenta na agregação de publishers, na comunicação social, e concorre com o que oferecem as redes sociais tradicionais. Vende eficiência na gestão de espaço e quer crescer 30%.

Metade do dinheiro que gasto em publicidade é desperdiçado; o problema é que não sei qual metade”. A frase é atribuída a John Wanamaker, o visionário norte-americano que foi pioneiro no marketing e desenvolveu aquilo que hoje conhecemos como department stores. Era uma blague, mas uma empresa portuguesa, a InsurAds criou um sistema e uma plataforma para resolver o problema no mundo mais atual, na publicidade digital.
“A nossa proposta de valor é simples: não trabalhamos apenas com as impressões, mas sim com atenção real, certificada”, diz ao Jornal Económico (JE) o CEO da empresa, André Parreira. “Enquanto os modelos tradicionais continuam ancorados apenas em impressões e cliques – métricas de passagem – a InsurAds foca-se no tempo e na qualidade da atenção de utilizadores reais, medidos segundo a metodologia de data signals alinhada com as Attention Measurement Guidelines do IAB/MRC”, que serve de referência para análise no setor.
Hoje o A(i)ttention+ContextOS, o sistema da InsurAds, opera através de uma rede de mais de mil publishers globais, ligando meios e marcas a mais de 1.300 milhões de utilizadores únicos todos os meses. É, assim, a quinta rede mundial, só atrás das redes sociais Facebook, YouTube, WhatsApp e Instagram. Mas à frente do TikTok, do Telegram ou do Snapchat. Um feito.
“A nossa presença é especialmente forte na Europa e América Latina, com mercados estratégicos como Itália, Espanha, Reino Unido, Portugal e Brasil, e com integrações em crescimento com grupos de media e parceiros tecnológicos”, diz André Parreira. As prioridades de expansão geográfica passam agora por aprofundar a presença na América do Norte e na Ásia, mantendo a mesma lógica: “Trabalhar com grandes publishers e grupos de comunicação para transformar atenção em receita adicional sem aumentar a pressão publicitária sobre o utilizador”, diz.
O ano passado foi um ano difícil para o mercado, com a adoção de ferramentas de inteligência artificial a fazer cair o tráfego de pesquisa dos publishers em 40%. “No entanto, mesmo neste cenário as capacidades tecnológicas da InsurAds permitiram-nos crescer cerca de 10%”, diz a empresa.

Este conteúdo é exclusivo para assinantes, faça login ou subscreva o Jornal Económico