A tecnológica mais afetada, no trimestre, foi a Microsoft, com uma desvalorização de 23,4%. A Tesla e a Meta caíram 17,3% e 13,3%. Seguiram-se a Amazon (-9,7%), a Alphabet (-8,5%), a Apple (-6,6%) e a Nvidia (-6,4%),
A performance das Sete Magníficas tem sido tão dececionante que já são apelidadas de “Lag Seven” (’ficar para trás’). A Horizon Investments referiu que “as ações de valor, as ações que pagam dividendos e os setores defensivos (saúde e bens de consumo essenciais), que anteriormente apresentavam um desempenho inferior ao das ações tecnológicas, estão agora em alta ou a resistir bem no meio da volatilidade do mercado”.
A BlackRock defendeu, no seu outlook para o segundo trimestre, que era visível uma rotação da tecnologia e comunicação para a energia e materiais, devido aos receios de disrupção da inteligência artificial (IA). A gestora de ativos vê três áreas com potencial: as ações de valor, as empresas que pagam bons dividendos; e a IA aplicada a áreas menos óbvias. O Morgan Stanley antecipava, em fevereiro de 2025, que as Sete Magníficas estavam a perder popularidade à medida que os investidores “direcionam os seus recursos para ações ‘cíclicas’ sensíveis ao crescimento económico”. Ruben Pires
Sete Magníficas fecham trimestre no vermelho
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O primeiro trimestre foi vermelho para as Sete Magníficas (Amazon, Microsoft, Alphabet – que detém o Google –, Meta, Nvidia, Apple, Tesla), com quedas entre os 6% e os 23,4%. um movimento descendente que já incorpora os fortes ganhos da última sessão de março, que se situaram entre os 3,1% e os 6,6%, influenciados por perspetivas de fim da guerra no Médio Oriente. No seu conjunto, estas cotadas valem cerca de 35% do índice norte-americano S&P 500