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Quantas mais soluções, mais vantagens para a competitividade das empresas e para o bolso de consumidor. Solução pode passar pela fiscalidade.
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Quatro em cada dez portugueses joga em sites ilegais, de acordo com números da APAJO. Tiago Simões sublinha ao JE que o combate a este fenómeno "não pode ser feito apenas" pelos operadores licenciados e defende que "é essencial que o Estado continue a reforçar a fiscalização".
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A Autoridade Tributária pode ter deixado de cobrar 118 milhões de euros em impostos com os sites de jogo ilegal em 2025, de acordo com estimativa apontada pela Associação Portuguesa de Apostas e Jogos Online (APAJO) ao JE.
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A folha salarial dos plantéis de Benfica, FC Porto e Sporting disparou em duas épocas mas é na Luz que o salto é mais significativo. Valores são da plataforma “Salary Sport”.
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Estimativa é da APAJO e a confirmar-se, a Autoridade Tributária perde, pelo segundo ano consecutivo, um terço dos impostos resultantes do Imposto Especial de Jogo Online. Em 2025, esse montante chegou aos 353 milhões de euros resultantes de um volume total de apostas online superior a 23 mil milhões de euros.
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Nem tudo são más notícias para os 14 clubes menos poderosos da Liga já que foram estes emblemas que lideraram a valorização do campeonato. O Famalicão volta a mostrar como se potenciam ativos, com duas vendas acima dos vinte milhões e o terceiro melhor saldo em Portugal.
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