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Nº 2365 | 18 Setembro 2026
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Os líderes das grandes tecnológicas de inteligência artificial deixaram avisos à navegação e pedem mais regulação e desaceleração. Donald Trump e a China rejeitam. Não querem perder terreno para os rivais. Especialistas pedem mais controlo sobre IA ‘má’ e aceleração da IA boa.
Chegou a ser a freguesia mais barata de Lisboa para comprar casa, porque não era convidativa. Hoje, das mais caras. Numa década, o preço por metro quadrado mais do que triplicou. Nasceram novos projetos imobiliários, espaços comerciais e de cultura. É uma nova vida.
A galeria dos Uffizi, iniciada em 1550 e concluída em 1580, foi idealizada por Cosme Médicis. Nos próximos dois anos, será objeto de requalificação.
Três anos de obras de requalificação chegam ao fim. O D. Maria II regressa ao Rossio com a ambição, diz Pedro Penim, de “perceber de que maneira tudo aquilo que aconteceu enquanto estivemos fora pode transformar a casa para onde voltamos.”
O Palácio dos Duques de Cadaval, em Évora, propõe um diálogo entre mundos, uma pluralidade radical entre o tribal e o urbano. Mais de 90 obras levam o visitante a adentrar-se nesta “Índia” que não é habitual vermos por cá. Para explorar com tempo e mente aberta. Até 26 de outubro.
Para a União Europeia aceitar pedidos de adesão da Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte enquanto países autónomos, muita coisa teria de acontecer e nenhuma delas aconteceu. Só vontade, não chega.
Defesa e segurança, competitividade da economia, aliança globais como a que foi firmada com o Canadá e Coesão social e inclusão, são as grandes linhas de força da Comissão.
Dois meses depois de tomar posse e perante uma imensidão de problemas, o primeiro-ministro é acusado à direita e à extrema-direita de ser o responsável pela crise constitucional em curso.
Primeiro-ministro diz que só instituições fortes podem resolver problemas. Eleições são um teste, já com nova Constituição.
Novo corte de taxas do IRS i resultar num aumento do rendimento das famílias. As simulações das Finanças apontam para “poupanças” anuais entre 12 e 344 euros.
Ministro das Finanças já tinha sinalizado os moldes iguais aos do ano passado e Montenegro confirmou: serão entre 100 a 200 euros de bónus para as pensões mais baixas.
Líder parlamentar do PS defende que cabe ao Executivo de Montenegro escolher o caminho das negociações com a Comissão Europeia antes de optar pela via do ISP para aliviar o preço dos combustíveis. Socialistas insistem na redução do IVA, num pacote de medidas de 132 milhões de euros por mês.
Visitando fantasmas do passado, Montenegro rejeitou descidas mais profundas dos impostos nos combustíveis em troca de “mais défice e mais dívida que teríamos de pagar no futuro”. Transportes de mercadorias, de passageiros, táxis, bombeiros e setor social recebem entre 118 e 600 euros e há ainda o alargamento do passe verde da ferrovia.
Portugal entregou nos últimos 50 anos de democracia as Finanças a uma elite altamente escolarizada e qualificada, que junta muitos independentes e, em vários casos, sólidas competências de gestão empresarial. Conheça os perfis ministeriais de quem conduziu esta pasta de forte pendor técnico e especialização, fundamental para manter o rumo da economia e do país.
Fed não desiludiu os mercados e deu um passo para controlar a inflação apesar das ameaças de Trump. No dia seguinte, o Banco de Inglaterra não mexeu nos juros, em linha com o esperado.
A medida terá efeitos retroativos a janeiro e vai sentir-se no bolso dos contribuintes nos salários de novembro e no subsídio de natal . Alívio fiscal ascende a 400 milhões de euros.
Na primeira parte deste ensaio (artigo anterior publicado) procurei responder a uma pergunta essencial: que economia emerge quando a tecnologia começa a alterar as próprias relações entre trabalho, produção, inteligência, escala, escassez e valor?
A narrativa pública em Portugal é pródiga em transformações. Nos discursos e comentários políticos, artigos de opinião, programas partidários, planos de desenvolvimento e tutti quanti, a palavra “transformação” assoma fatalmente, só rivalizando com outras buzzwords do momento, como “desafios”, “oportunidades” e “estratégias”.
O debate sobre o trabalho tem de ir além do Código Laboral. Deve incidir na elevada tributação que trava a economia portuguesa.
Mudar a legislação laboral não chega para resolver problemas da economia portuguesa. É preciso qualificação, tecnologia, dimensão e especialização.
Portugal precisa de reformas estruturais que respondam ao problema da produtividade e, também, que adaptem mercado de trabalho às novas formas de organização.
José Eduardo Carvalho considera que o chumbo da reforma laboral revelou a falta de uma base empresarial suficientemente mobilizada para apoiar mudanças estruturais no mercado de trabalho.
Banco de horas, outsourcing e contratação coletiva estão entre as medidas defendidas para aumentar a flexibilidade das empresas
Num momento em que as yields das obrigações soberanas disparam a nível global, cerca de 75% da dívida nas mãos dos bancos está registada de forma a que só só são contabilizadas perdas se os títulos forem vendidos.
A Autoridade Tributária pode ter deixado de cobrar 118 milhões de euros em impostos com os sites de jogo ilegal em 2025, de acordo com estimativa apontada pela Associação Portuguesa de Apostas e Jogos Online (APAJO) ao JE.
Com 40% de clientes internacionais, a empresa portuguesa estuda agora a travessia do Atlântico, com o Brasil ou Estados Unidos na mira.
A folha salarial dos plantéis de Benfica, FC Porto e Sporting disparou em duas épocas mas é na Luz que o salto é mais significativo. Valores são da plataforma “Salary Sport”.
Já está a avançar em Sines metade do investimento previsto para os próximos anos
Réplica do Apoiar Gás permite que parte do choque com a crise energética seja amortecido pelo Estado, evitando maior perda de competitividade. Mas, para já, notam que nada foi anunciado.
Entrevista Hugo Santos Ferreira : Novo managing director da promotora imobiliária OneMark Capital & Developments, de José Cardoso Botelho, assume a ambição de querer deixar negócios com marca em Portugal. A aposta passa por quatro segmentos do mercado, divididos entre a habitação e hotelaria. Neste momento, a empresa já conta com uma mão cheia de projetos com foco nas regiões da Grande Lisboa, do Porto e do Algarve.
Empresas alemãs olham cada vez mais para o mercado português. Prova disso é a realização pela primeira vez, em Lisboa, da Conferência Europeia da Economia Alemã.
A CMS Portugal prestou assessoria jurídica à Nayak Aircraft Services na aquisição da posição de controlo no LAS Group.
Pontegadea pediu um prémio que podia chegar a 20%, mas reduziu para 15%. No final, prevaleceu o valor mais alto de dois parâmetros: ação a 4,25 euros. Ortega levou 462 milhões, juntando venda e dividendos.
Taxa de carbono europeia ameaça tornar mais caros portos portugueses que temem fuga de carbono para Marrocos. Esgotamento da capacidade no estreito de Gibraltar é oportunidade.
Empresa de origem alemã já tinha tentado comprar o grupo empresarial português, que faturou 10 milhões de euros em 2025. Dois antigos concorrentes lideram agora no mercado português.
O objetivo dos fundadores da Quartz, André Silva e Mateus Mesquita Alves (antigos quadros da Revolut e N26) é tornar a gestão de património mais acessível através da IA.
O consumo privado representa uma fatia considerável da riqueza produzida em Portugal, correspondendo a mais de 60% do PIB. Há dois anos, esse peso era mesmo o 3.º mais elevado na União Europeia, apenas atrás da Grécia e da Roménia. Mas de que é feito esse consumo? Como evoluiu o peso das diferentes categorias na última década? E como se compara Portugal com outros países da UE?