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Bruxelas desenha plano de emergência para evitar colapso de grandes bancos após resgates
Este impulso político surge três anos após as autoridades suíças terem sido forçadas a costurar, num fim de semana frenético, um pacote de resgate de 260 mil milhões de francos para evitar a falência do Credit Suisse. Embora o Conselho Único de Resolução (CUR) da UE tutele um fundo de resgate de 81 mil milhões de euros financiado pela própria banca, as autoridades admitem que este valor seria insuficiente para cobrir as necessidades de liquidez de um gigante financeiro global em stress, como o Deutsche Bank, o UniCredit ou o BNP Paribas.
Gigantes de inteligência artificial preparam entrada em Wall Street a valer 12 vezes o PIB português
OpenAI, SpaceX e Anthropic preparam-se para a entrada em bolsa este ano, atraindo o apetite de muitos investidores que querem cavalgar a onda de IA.
SpaceX a um dia de fazer história na bolsa
A empresa de Elon Musk é atualmente a não cotada mais valiosa do mundo. Com a entrada em bolsa, marcada para sexta-feira, a SpaceX deve angariar 75 mil milhões de dólares (64,5 mil milhões de euros) com o seu IPO superando o máximo de 25,5 mil milhões de dólares (21,9 mil milhões de euros) estabelecido pela Saudi Aramco em 2019. Elon Musk será também o primeiro bilionário da história.
SoftBank ultrapassa a Toyota e torna-se a maior empresa do Japão
A procura por ações ligadas à inteligência artificial impulsiona os títulos da gigante tecnológica, ajudando-a a tornar-se o maior grupo do país em valor de mercado.
Baloise regista crescimento de 60% no mercado português
A carteira da Baloise, em Portugal, atinge os três mil milhões de euros. O território português é o terceiro maior mercado ficando atrás do Luxemburgo e França, refere João Marmelo, Country Manager da operação portuguesa, em entrevista ao JE.
Conflito no Médio Oriente 'assustou' Mota-Engil e Teixeira Duarte e fortaleceu dólar
A abertura dos mercados na segunda-feira afetou com maior intensidade a Ibersol (-8,73%), a Teixeira Duarte (-4,53%) e a Mota-Engil (-4,75%). Mas no fecho a Teixeira Duarte e a Mota-Engil recuperaram parte das perdas ao encerrarem a sessão com descidas de 0,3% e 1,6%. Este vermelho justifica-se pela exposição que as construtoras possuem a mercados que podem ser impactados pelo conflito no Médio Oriente, explicaram os analistas consultados pelo JE.
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