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Nº 2348 | 30 Abril 2026
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O oitavo CEO da Apple tem 50 anos, trabalhou com Steve Jobs e tem Tim Cook como mentor, que continuará por perto. Referências para liderar a empresa.
O plano estratégico da Associação para a Promoção das Frutas, Legumes e Flores passa por “intensificar” a aposta nos mercados externos, nomeadamente na China, nos Emirados Árabes Unidos e na Índia.
Fintech alemã destaca o desempenho excecional em Espanha, onde a base de utilizadores duplicou em apenas dez meses.
Champions está mais difícil e esses milhões já se constituem como um pilar do orçamento. Aumenta a pressão para vender os melhores e há empréstimos para pagar.
O setor dos cruzeiros tem um impacto de 940 milhões de euros em Portugal.
Suportado pela IA e os 5 biliões de dólares (euros) da Nvidia, o mercado acionista americano está resiliente, enquanto a Europa corrige.
No primeiro trimestre do ano, o lucro do Santander Totta caiu 9,8% para 242,4 milhões de euros à custa da descida de -3,5% da margem financeira, que não foi totalmente compensada pela subida das receita com comissões, apesar de estas terem subido 6%.
Produtores de aviões de combate da Europa e dos EUA alinham-se para fornecer a Portugal o substituto dos F-16. Vários países já passaram por este processo: quem está a ganhar a batalha global pela supremacia aérea?
Uma transformação completa, com uma pandemia pelo meio, com as receitas a crescer. Éobra. Os correios são hoje uma empresa de logística de comércio eletrónico, com expressão ibérica vincada. Tudo feito em menos de seis anos. Mas isso é história. O novo ciclo começa hoje.
Guy Pacheco vai continuar o caminho e reforçar a aposta na logística e no comércio eletrónico, que assume o papel de principal motor de crescimento. É a promessa feita ao mercado.
Depois de Steve Jobs e de Tim Cook, John Ternus. O atual vice-presidente sénior de Engenharia de Hardware é o senhor que se segue numa das empresas de tecnologia mais valiosas do mundo, mas que está atrasada na corrida pela inteligência artificial.
A concorrente BlaBlaCar vai encerrar a operação de autocarros de longa distância e abandonar o mercado europeu no início de 2027.
A Thales Portugal quer crescer organicamente nas áreas de sistemas de controlo aéreo e de combate naval, e está de olhos postos nas empresas
que emergem no ecossistema da Defesa, revela o CEO, Sérgio Barbedo.
Na visita à fábrica de radares da Thales, nos arredores de Paris, Raphaël Desi, vice-presidente na área da Defesa da empresa, revela que Portugal está a avaliar adquirir sistemas de defesa de médio e longo alcance.
Beyond Vision vai ajudar emergências dos EUA a salvar vidas. Já está a trabalhar para neutralizar drones iranianos e russos no Médio Oriente e na Ucrânia. E critica burocracia nacional.
Fusão dos portugueses com a Moeve mantém-se intacta apesar do conflito no Médio Oriente. Junção de três refinarias dá maior poder de fogo para enfrentar crises, defende Galp.
Portugal vale mais para a gestão de fortunas do que a sua dimensão sugere. É essa a convicção do Julius Baer, que abriu a sua sucursal em Lisboa com planos para crescer mais.
A CGD é a grande vencedora do Ranking Alvarez & Marsal 2025. No extremo oposto, o Crédito Agrícola e o Banco Montepio apresentaram sinais de fragilidade. Rentabilidade do setor cai 14%.
A venda do Novobanco ao Groupe BPCE acontece esta quinta-feira. É o culminar de um processo de recuperação do banco que nasceu das cinzas do BES. O BPCE paga 6,69 mil milhões. O Estado recebe 1,67 mil milhões e a Lone Star 5 mil milhões, mas pagou 47 milhões a assessores.
A Católica Porto Business School está a lançar um programa inovador para executivos que inclui uma expedição ao ponto mais alto de África. Formação é única no género, no país. Custa 6.150 euros.
Há quem sonhe em alcançar o topo da montanha mais alta do mundo por superação pessoal, outros procuram um troféu pago a peso de ouro. Os valores começam nos 40 mil dólares, mas podem chegar aos 120 mil.
O eixo Alcântara-Belém, em Lisboa, tornou-se um ‘agent provocateur’ do pensamento. Da arte que questiona o que vemos, como vemos e sentimos o mundo. Duas novas exposições, no MAC/CCB e no MAAT, servem-nos de espelho.
A capacidade de ser mais complexo sendo mais simples resulta da depuração que, por sua vez, bebe da experiência. É esta a força
da exposição com que o MAC/CCB assinala 40 anos de trabalho de José Pedro Croft, nome maior da arte contemporânea portuguesa.
O pianista norueguês Leif Ove Andsnes dedicou quatro anos à obra de um único compositor, Beethoven. Em maio, interpreta o Concerto para Piano Nº 3, na Gulbenkian Música, sob a direção de Hannu Lintu.
Desassossego, ânsia de superação, adrenalina, negócio, inovação...? Talvez tudo isto se venha a sintetizar numa viagem espacial que começa a ganhar asas para ligar o Japão aos EUA em apenas 60 minutos.
De todos os artistas que eternizaram a Capela Sistina, incluindo grandes nomes como Rosselli, Ghirlandaio e Botticelli, Miguel Ângelo e o seu “Juízo Final” destacam-se. Agora ainda mais, findo o restauro que lhe devolveu todo o esplendor.
A visita de Carlos III serviu para minimizar os estragos que Trump tem produzido nas relações entre os dois países. A questão das Malvinas levou o monarca a ‘jurar fidelidade’ à NATO.
Haverá por certo algum altruísmo democrático no alargamento, mas o caos geopolítico que se vive atualmente no globo aconselha a que, por razões de defesa e segurança, o bloco ganhe dimensão.
Emirados Árabes fartaram-se dos sauditas e abandonaram o cartel. Estão apostados em produzir mais petróleo para conseguir mais dinheiro. A guerra continua a mudar a região e o mundo.
Mais uma péssima notícia para o mundo que está suspenso no estreito de Ormuz. A Guarda Revolucionária ganha vida própria para lá do líder supremo e promete radicalizar o regime e a guerra.
Angola voltou a celebrar as organizações e os líderes que impactam pelo exemplo e que estão a redefinir a cultura empresarial na lusofonia.
As grandes tecnológicas têm atuado em diversas frentes, sendo uma delas o setor financeiro.
Executivo admite obrigações de catástrofe para usar dinheiro captado junto dos investidores como “almofada” para pagar os eventuais prejuízos. Seguradoras e investidores aplaudem medida. Estado garante mais um instrumento de financiamento do novo fundo de catástrofes naturais e sísmicas.
Luís Menezes Leitão diz que com a criação deste regime o Governo está “a transferir dinheiro dos cidadãos para enriquecer as seguradoras”, numa altura de crise habitacional.
A procura por crédito recuou com a guerra no Médio Oriente. E deverá cair ainda mais no próximo trimestre. Expectativas de inflação das famílias dispararam, reforçando risco de estagflação.
Relatório global estima que insolvências subam em Portugal este ano (+4%) e em 2027 (5%). AIP diz que indústrias expostas à energia e às exportações podem ser afetadas de “forma mais gravosa”. CTP avisa que turismo “não está imune”.
Na mesma semana em que os comunistas procuraram acabar com a arbitragem, o Mecanismo Nacional Anticorrupção destacou a independência e competência do CAAD.
Com a aprovação da “Resolução sobre a proposta de regulamento do Conselho que estabelece o Quadro Financeiro Plurianual (QFP) para o período de 2028 a 2034”, o Parlamento Europeu define a sua posição sobre o próximo ciclo orçamental europeu. Este não é um mero exercício financeiro, constitui-se como um momento determinante para a União, dado que permite escolher que tipo de União Europeia (UE) queremos construir, cria a possibilidade de aprovar uma visão comum, mas essencialmente de definir as futuras prioridades políticas.
Qual é o papel das universidades na produção de conhecimento, num mundo onde as máquinas respondem a quase tudo? Esta foi a principal questão da entrevista a Pedro Oliveira, Dean da Nova SBE,.
ui Leal, responsável pelo departamento iLab na empresa Askblue fez uma demonstração, em tempo real, durante o evento IA Summit 2026 de como criar uma aplicação de avaliação em menos de dez minutos,
Gonçalo Matias frisou as “condições únicas” do país para atrair a indústria do futuro. Revelou também que a inteligência artificial está a ser usada na modernização do Estado.
O antigo líder da AICEP critica os sucessivos governos por não acabarem com o IRC progressivo, pede “IRS mais competitivo” e avisa que não se pode desperdiçar oportunidade da IA.
Ricardo Henriques, sócio da Abreu Advogados, afirmou no AI Summit, que mesmo com legislação há empresas que têm dificuldades em usar a tecnologia.
Democratizar o acesso à inteligência artificial e dar apoio e soluções às empresas são as principais missões que os agentes desta transformação tecnológica em curso têm de cumprir.
COO da MEO defende que o Governo tem de reconhecer este setor, tal como acontece com a energia e transportes, alinhando as políticas públicas.
Para Carlos Oliveira, empreendedor, presidente do CNCTI e chairman da TAP, o verdadeiro desafio será liderar a integração da tecnologia de forma consistente e sustentável nas empresas.
Quantas pessoas não conseguem pagar a renda ou a prestação da casa a tempo e horas?