Seguradoras e investidores aplaudem o recurso à emissão de obrigações de catástrofes, que permitem assegurar o acesso imediato a financiamento em caso de eventos extremos. Às seguradoras abre-se a porta a mais um instrumento de diversificação para poder mitigar o risco global do fundo de catástrofes naturais e sísmicas que o Governo vai criar. Enquanto os investidores passam a ter um instrumento de dívida de elevado rendimento numa medida que permitirá diluir também o esforço orçamental.
Os chamadas títulos de catástrofe (’CAT bonds’) estão previstos no Plano de Transformação, Recuperação e Resiliência (PTRR) apresentado esta semana pelo Executivo de Montenegro, três meses após as tempestades que fustigaram o país. Um plano com 22,6 mil milhões de euros e horizonte até 2034, orientado para reforçar a capacidade do país na resposta a situações de crise e aumentar a proteção das populações.
‘CAT bonds’: o seguro do Governo contra catástrofes
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Executivo admite obrigações de catástrofe para usar dinheiro captado junto dos investidores como “almofada” para pagar os eventuais prejuízos. Seguradoras e investidores aplaudem medida. Estado garante mais um instrumento de financiamento do novo fundo de catástrofes naturais e sísmicas.