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Presidente da ANICA teme “excesso de burocracia” nas novas regras dos intermediários de crédito que já dominam
Em entrevista ao Jornal Económico, Tiago Vilaça, presidente da Associação de Intermediários de Crédito Autorizado (ANICA), admite que há “três temas nucleares” que irão marcar os próximos meses: a transposição da diretiva europeia do crédito ao consumo, a revisão do Regime Jurídico dos Intermediários de Crédito (RJIC) e possíveis alterações às regras macroprudenciais na concessão de crédito.
Marca portuguesa de licores vence Louis Vuitton em tribunal
A marca portuguesa Licores do Vale, criada no concelho de Monção, venceu a Louis Vuitton num processo de direito de propriedade intelectual. A multinacional francesa acusava a portuguesa de ter copiado o seu logótipo.
Vendas internacionais da Sonae sobem 45% num ano
Os mercados internacionais, que representam agora mais de 20% das vendas e 30% dos ativos líquidos, deram um forte contributo para o volume de negócios do grupo nortenho. Retalho tem mais de mil lojas fora de Portugal.
CTT encaixa 64 milhões na joint venture com a DHL Ecommerce
CTT anunciaram a finalização do negócio com a DHL Ecommerce e o valor resultante desta joint venture: 64 milhões de euros. Será líder ibérico das entregas e-commerce.
José Galamba: "Setor segurador aguarda com grande expetativa a criação do Fundo de Catástrofes Naturais e Sísmicas"
O presidente da Associação Portuguesa de Seguradores, José Galamba, considera que 2025 marcou um ponto de viragem regulatório para o setor segurador europeu, sobretudo com a revisão da Diretiva Solvência II e a criação de um novo quadro europeu de recuperação e resolução de seguradoras.
IA já causa impacto no comércio, serviços e PME
O consultor da CCP, Sérgio Lorga, considera, ao JE, que a IA tem um "enorme potencial" no setor do comércio e dos serviços ao nível da "melhoria de processos, a eficácia dos marketing, no atendimento aos clientes, e como os recursos humanos conseguem dar reposta aos desafios que são colocados". Já a CPPME diz, ao JE, que a inteligência artificial está a ter um "impacto crescente" nos setores representados pela confederação mas que o nível de adoção nas empresas portuguesas "permanece globalmente reduzido", sobretudo entre as micro, pequenas e médias empresas (PME).
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