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Nº 2341 | 13 Março 2026
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O foco do mercado na última semana tem sido a guerra no Irão, mais especificamente as perturbações na produção de energia e o bloqueio no Estreito de Ormuz.
A seguradora de saúde MGEN anunciou uma nova oferta; a colheita e criopreservação gratuita de células estaminais do sangue e do tecido do cordão umbilical na altura do nascimento de um novo membro da família.
Lucros nas três SAD transmitem saúde financeira, essencial para o equilíbrio das contas. Mas há linhas vermelhas que preocupam: de jogadores por pagar a passivos que disparam em flecha.
Há uma indústria em que Portugal lidera na Europa: a produção de bicicletas. São 2,3 milhões por ano com destino à Europa. País atinge recorde de vendas. Mas será que vão voltar a crescer? É preciso que o tempo esteja bom.
Desde 2019 que a insígnia espanhola está presente no mercado nacional, contando já com 70 lojas. Este ano, a meta é subir para 81, com a abertura de 12 novas lojas. Com mais este passo, a cadeia de supermercados passará a estar presente em 16 dos 18 distritos portugueses.
O Cube Infrastructure Fund quer vender os 54% que tem na DSTelecom e começou a contactar potenciais investidores. O objetivo é fechar um acordo até ao verão.
Plano estratégico prevê um crescimento de 70% do volume de negócios até 2030. É uma multinacional, com a maioria dos projetos em África e na América Latina.
A cidade reúne um conjunto de fatores únicos na Europa: é próxima das principais rotas marítimas internacionais, tem um porto de águas profundas e solo industrial em escala. Entre projetos já contratualizados ou em fase de prospeção, Sines prepara-se para acolher investimentos nos setores energético, industrial e digital. Galp, Repsol, Start Campus, Calb ou Madoqua integram um pipeline de investimentos que promete transformar a região.
Depois de Sines, também Abrantes terá uma gigafábrica, que funcionará como redundância da primeira.
A cidade é considerada um polo secundário excecional com rápido acesso ao mercado e proximidade ao centro demográfico.
Uma equipa da Universidade de Coimbra desenvolveu uma tecnologia capaz de limpar a água suja da tinturaria têxtil e reutilizar o corante. Já testada em ambiente industrial vai avançar para protótipo em 2027 com a ATB. No futuro, pode gerar poupanças de meio milhão de euros às PME do setor.
É o título de uma obra de Wenceslau de Moraes e uma paixão para o designer-pintor Sebastian Filgueiras, que devolveu a Lisboa o prazer de degustar ‘blends’ únicos, preparados com uma dedicação poética.
Este edifício icónico em Paris, traçado pelo arquiteto brasileiro, raramente pode ser visitado. A 22 de março, abre-se à música.
Os Estados Unidos celebram 250 de soberania. Até aqui, tudo rima com aniversário. Mas Trump e acólitos transformaram a ocasião num pretexto para rever a história do país.
Há disponibilidade de capital, oportunidades identificadas e negócios já em curso. O mercado continua vibrante, o que sustenta o otimismo dos agentes. O foco está nos processos de transição – digital e energética –, que chamam investimento, mas também nos movimentos de consolidação de setores mais fragmentados. Portugal mantém-se atrativo e no radar dos investidores.
O atual primeiro-ministro Robert Golob está em má posição: a direita lidera, para desespero da Comissão Europeia.
A Assembleia Popular Nacional da China aprovou as diretrizes gerais do XV Plano Quinquenal (2026-2030), que alinha as opções do país com a redução do crescimento económico através do reforço da tecnologia e do consumo interno.
As Reservas Internacionais Líquidas atingiram 3.937 milhões de dólares. Os bancos aumentaram as suas reservas obrigatórias junto do banco central. Mas os empresários queixam-se de falta de divisas.
Se o objetivo não for alcançável por via dos ataques externos, a opção pode ser uma invasão terrestre, que Washington não quer e Telavive não pode. A alternativa é a ‘eternização’ da guerra ao estilo da Ucrânia. Entretanto, o fim do Ramadão e o dia Laylatul Qadr disparam novos alertas de segurança.
Mercados não ficaram convencidos com reservas estratégicas e preço voltou a disparar. A Rússia está a ganhar mais dinheiro com petróleo e até vende o barril a um preço mais alto.
A justiça está em destaque em ano de eleições presidenciais e legislativas, com o Presidente e o primeiro-ministro em foco.
O Governo aprovou na quinta-feira em Conselho de Ministros, um conjunto de mudanças na lei do arrendamento, com o intuito de contornar o impasse na resolução de heranças indivisas e tornar mais célere os despejos habitacionais.
Seguro diz que o país “precisa de um acordo equilibrado”. Patrões e UGT aceitam retomar negociações, com nova reunião marcada para a próxima semana. Montenegro não desiste de entendimento e pede “coragem” para revisão laboral. Mas acordo está longe e sem ele alterações, tal como estão, não passam no Parlamento e contam com veto presidencial.
Os custos com fertilizantes rondam os 40% de uma cultura. A subida do preço da energia, os problemas no estreito de Ormuz e a taxa de carbono são os ingredientes responsáveis pela escalada de preços.
Se o conflito no Irão se prolongar, os efeitos serão sentidos por toda a indústria, mas associações empresariais avisam que será pior na zona centro, onde as empresas tentam recuperar.
Luiz Caetano, presidente da associação empresarial do Rio de Janeiro, a Firjan, não tem dúvida quanto aos benefícios do acordo. Mas recorda que o Rio capta IDE com grande facilidade.
Um estudo sobre o impacto na economia das empresas de refrigerantes indica que o imposto sobre o açúcar é o principal entrave para o setor. Márcio Cruz, da Probeb, exige o seu fim.
Garantia foi dada pela ministra do Trabalho ao Bloco de Esquerda, que pediu esclarecimentos sobre o relatório intercalar do grupo de trabalho para a reforma da Segurança Social e o regime de pensões antecipadas.
Há poucas certezas sobre a necessidade de um orçamento retificativo entre os economistas ouvidos pelo Jornal Económico. Mas, por agora, ninguém espera que a guerra venha a desencadear esse processo.
Há quem diga que um dos predicados de António José Seguro é a sua previsibilidade. Não tendo especiais habilitações e muito menos qualquer mandato para o efeito, sirvo-me do que António José Seguro disse e defende para tentar projetar a sua presidência.
A almofada de capital que os bancos portugueses acumulam, que supera largamente os requisitos legais, deveria ser usada para investir em indústrias críticas, defendeu Fernando de La Mora, co-líder global de Serviços Financeiros da Alvarez & Marsal Espanha.
O CEO do Bison Bank apontou a estabilidade do país como fator diferenciador e instou os bancos portugueses a arriscarem mais na internacionalização digital.
Especialistas do setor defendem que o verdadeiro desafio já não é adotar tecnologia, mas governá-la de forma estratégica, ética e eficiente.
Castro Almeida queixou-se da “excessiva prudência” no crédito a empresas, mesmo quando o Estado está a garantir 80%. Bancos responderam a uma só voz.
O ministro da Economia, Manuel Castro e Almeida sublinhou que este investimento beneficiará de apoio de fundos europeus.
“Os bancos comerciais querem fazer crédito, o Banco de Fomento quer conceder garantias, só precisamos mobilizar os empresários para poderem fazer mais e ainda melhores projetos”, disse o CEO do BPF.
É preciso repensar os processos quando se passa para o mundo digital, defende o CEO da Contisystems. E investir muito em literacia.
Maria Soares do Lago, da Morais Leitão, apela às PME para que evoluam na transição sustentável, apesar da “simplificação” nas diretivas de reporte.
Rúben Germano vê os bancos e fintechs como concorrentes e revela que a ambição para 2026 passa por colocar a Revolut não apenas como uma alternativa digital.
De súbito, um dado inesperado: os EUA, que eram os quintos maiores investidores em Portugal, dão um salto suficientemente grande para ultrapassar, de uma penada, o Reino Unido e a China, que estavam a uma larga distância apenas três meses antes.