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Paris a gostar de vinyl num poema de Oscar Niemeyer

Este edifício icónico em Paris, traçado pelo arquiteto brasileiro, raramente pode ser visitado. A 22 de março, abre-se à música.

O poeta da curva era um pessimista que amava a vida. Aliás, nem nunca permitiu que a dúvida deixasse semente. Sempre o afirmou. Sempre o pôs em prática. Na arquitetura que imaginou e até nos poemas que escreveu. “Não é o ângulo reto que me atrai. Nem a linha reta, dura, inflexível, criada pelo homem. O que me atrai é a curva livre e sensual. A curva que encontro nas montanhas do meu País, no curso sinuoso dos seus rios, nas ondas do mar, nas nuvens do céu, no corpo da mulher preferida. De curvas é feito todo o Universo – o Universo curvo de Einstein.” Assinado, Oscar Niemeyer.

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