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Negociação da lei laboral retomada sob o signo da (des)concertação

Seguro diz que o país “precisa de um acordo equilibrado”. Patrões e UGT aceitam retomar negociações, com nova reunião marcada para a próxima semana. Montenegro não desiste de entendimento e pede “coragem” para revisão laboral. Mas acordo está longe e sem ele alterações, tal como estão, não passam no Parlamento e contam com veto presidencial.

Os patrões e a UGT aceitaram retomar as negociações sobre as alterações à lei laboral, após António José Seguro apelar a “um acordo equilibrado em matéria de legislação laboral”. Montenegro já deu o mote. Governo vai reunir-se no início da próxima semana com os parceiros sociais, dizendo que “não quer eternizar a discussão”, mas sim “esgotar todas as possibilidades de aproximação”.

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