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Nº 2368 | 09 Outubro 2026
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Álvaro Santos Pereira pede “prudência” na gestão do saldo orçamental, mais investimento em habitação e medidas temporárias direcionadas às famílias mais vulneráveis.
O reforço da despesa militar ajuda o Governo a cumprir as regras orçamentais europeias, apesar de prever que a despesa líquida cresça 2,5% em 2027. É mais do dobro dos 1,2% recomendados pelo Conselho da UE. O Executivo conta com a cláusula de salvaguarda relativa à Defesa para fazer face ao desvio da trajetória acordada com Bruxelas.
Apesar de ter o fim previsto este ano, a garantia pública na compra da primeira casa para os jovens será prolongada para 2027, enquanto o Governo delibera quanto a sua continuidade.
Miranda Sarmento entregou Orçamento e pediu para maiores partidos da oposição não estragarem proposta com coligações negativas
com o risco de criar défice. PS foi especialmente destacado pelo ministro: não basta anunciar a viabilização, é preciso não criar défice.
A taxa do IRC irá descer 1 ponto percentual (p.p.) no próximo ano de 19% para 18%, numa medida já aprovada no parlamento e que tem um impacto orçamental previsto de 300 milhões de euros em 2027, de acordo com o relatório da proposta do OE2027.
Contribuintes com rendimentos intermédios e médio-altos são os que beneficiam de uma poupança anual mais elevada. Nos salários brutos de 1.500 euros, o acréscimo de rendimento líquido anual é de 36,57 euros (cerca de três euros mensais) só pela atualização dos escalões do IRS.
O Governo estima arrecadar, no próximo ano, 70.672 milhões de euros em impostos, mais 2.864 (4,2%) milhões essencialmente devido aos impostos indiretos.
Atualização dos escalões fica aquém do aumento salarial de 4,5% fixado no acordo tripartido. Já taxa de solidariedade sobre os mais ricos passa a aplicar-se apenas ao último escalão de IRS.
O Governo conta investir 9,7 mil milhões de euros no próximo ano. Sem contabilizar as verbas do PRR, está em causa, no entanto, uma subida de 6,8%, sublinha o Executivo.
Governo aponta a crescimento acima de 2%, inflação a cair para 2,3% e novo resultado orçamental positivo. Emprego continua
a crescer e dívida a cair, embora juros pesem mais.
Criatividade, inteligência de grupo, investigação e IA são pilares na gestão da marca de moda de autor espanhola Adolfo Domínguez. Liderada, desde 2017, por Adriana Domínguez, a meta é crescer, “mas não a qualquer custo”. Mais importante é manter a essência e a partilha de valores com a ‘comunidade AD’. E inovar, sempre.
Desde 2010 que “Fausto” não subia ao palco do Scala de Milão. Nesta nova produção, o herói de Goethe, símbolo da liberdade do homem colocado entre o Bem e o Mal, deu lugar a um sonhador que busca o prazer.
Cumpre-se a tradição. Habemus Nobel da Literatura. A autora canadiana Anne Carson, há muito na lista de favoritos ao prémio, recebeu a notícia na Islândia. Um retiro para ouvir o vento.
A extrema-direita e a esquerda radical parecem estar apostadas em demonstrar que o macronismo já não tem cabimento em França. A melhor forma de o fazer é manterem as ruas em alvoroço até abril. E, claro, recusar qualquer acordo em torno do Orçamento de 2027.
Se o Partido Popular ganhar as eleições sem maioria absoluta, acabaram-se as cercas sanitárias em torno da extrema-direita.
A não ser que os socialistas estejam disponíveis para deixarem passar um governo sem o Vox.
Um programa com a dimensão do PRR pode ser analisado de muitas formas. Podemos olhar para o investimento realizado, para as taxas de execução, para o número de projetos ou para o cumprimento das metas contratadas. E tudo isso é importante.
Gonçalo Regalado defende que Portugal deve aproveitar o investimento em infraestruturas de computação e energia para acelerar
a internacionalização das empresas.
A Europa enfrenta novas ameaças à sua segurança. Francisco Seixas da Costa e Jorge Silva Carvalho antecipam os desafios da próxima década.
É preciso “coragem para escolher, para reformar”, para dinamizar a economia portuguesa de modo que consiga convergir de forma relevante com a média europeia, defendeu o presidente da Associação Comercial do Porto, Nuno Botelho. E foi isso que pediu diretamente ao país e aos líderes políticos.
No debate foi traçado o diagnóstico para uma maior cooperação institucional e uma nova abordagem à formação ao longo da vida
Uma década depois, o país chega a uma encruzilhada: há avanços nas contas públicas e na energia, mas persistem bloqueios na produtividade, investimento e na criação de valor.
Um novo site e uma app. No final do ano, a rádio, com parcerias. Sempre com o objetivo de ajudar a compreender o mundo. Investimento, mas com sustentabilidade, que garante independência.
A produtividade é o grande desafio da economia portuguesa. Para o superar, tem de haver um esforço comum, por acordo entre os parceiros sociais.
O Presidente da República assinalou as dificuldades, mas também considerou a mudança como um tempo de oportunidades que é precisoa proveitar. Edeixou uma exigência para a próxima década: um desígnio, políticas estáveis e coerentes e capacidade para as executar.
Alexandre Quintanilha afirma, sem reservas, que o conhecimento científico está no centro da resposta aos grandes desafios do nosso tempo. Da economia ao clima, à demografia, ao envelhecimento e à democracia.
Castro Almeida refere-se ao polémico Fundo Europeu de Competitividade. O ministro quer ainda uma reforma do Estado e a alteração no paradigma de crescimento.
Crescer acima da média europeia, aumentar a produtividade, apostar na indústria, reter talento e garantir mais anos de vida saudável são alguns dos desafios apontados pelos especialistas ouvidos na conferência do JE.
As mudanças criadas pela revolução tecnológica constituem uma oportunidade para Portugal. Energias renováveis, capacidade de computação e redes podem transformar o país num hub virado para o futuro.
O tipo de projetos que pode ser eleito para obter capital é cada vez mais ‘elitista’: profissionalismo, foco, e impacto por trás de planos que façam sentido são a forma de ultrapassar a análise de risco.
A persistente “cultura de minifúndio” está a impedir uma maior cooperação entre instituições. Adimensão regional tem de ser cimentada e o Norte pode ser exemplo.
De tudo o que foi falado na conferência do décimo aniversário do JE, destacamos 10 caminhos que podem ser feitos para acelerar o desenvolvimento.
O secretário de Estado dos Estados Unidos da América (EUA) defendeu em Portugal o aumento da despesa em defesa por parte dos membros da NATO.
Tudo o que a tua vista alcançar a dois euros vai dar”, é a frase das campanhas digitais da empresa portuguesa PromoStock, que promete ao cliente um preço máximo de dois euros em toda a loja.
A Nvidia revelou em agosto uma posição avaliada em 18,1 mil milhões de euros, no final do segundo trimestre, na SpaceX.
O índice da Evident concluiu que o ritmo de desenvolvimento de soluções de IA nas instituições do setor bancário quase triplicou face a anos anteriores. Da Europa, só o UBS chegou ao Top10. Ainda se aguarda o retorno.
A Revolut lidera. Aquele que é considerado um verdadeiro banco paneuropeu é candidato a entrar em bolsa. Vale quase cinco vezes mais que a segunda da tabela, a francesa Mistral AI.
Tecnologia : Entre 60 e 100 robôs humanoides poderão estar a trabalhar em Portugal no espaço de um ano, sobretudo na indústria, logística, hotelaria e serviços. Com preços que podem chegar aos 300 mil euros por unidade, estas máquinas começam a sair dos laboratórios para entrar nos espaços de trabalho, num mercado que a chinesa Agibot estima poder ultrapassar os 10 mil milhões de euros em Portugal nos próximos 20 anos.
O número três de Donald Trump veio a Portugal promover os caças “made in USA”. Chefe da diplomacia de Washington agradeceu apoio de Portugal no esforço de financiamento da NATO.
Situado nos Himalaias, sem costa e rodeado pelas duas maiores populações do mundo, o Reino do Butão é conhecido pela sua proteção ambiental, turismo controlado e por medir o desenvolvimento em Felicidade Interna Bruta. Mas este modelo irá encontrar agora os seus maiores desafios, com o país a tentar equilibrar uma transição gradual para um mundo tecnológico com estas prioridades sociais e ecológicas. Pelo caminho, e apesar de não fazer do PIB uma prioridade, o país será dos que mais crescerão este ano na Ásia.