Elogiou o caminho feito por Portugal, com o aumento da despesa para 2%, e defendeu a exigência de Washington.
“As pessoas veem esta chamada para investir mais como sendo algo hostil, mas não é. A NATO é importante, tem de ser forte”, afirmou Marco Rubio na quinta-feira na sua primeira visita oficial a Portugal.
O responsável máximo da diplomacia dos EUA elogiou o investimento de empresas portuguesas nos EUA, e de norte-americanas em Portugal. E sublinhou também que Portugal é cada vez mais o destino de turistas e reformados norte-americanos.
Por sua vez, o ministro dos Negócios Estrangeiros português disse: “Portugal concorda e concordou com o apelo dos EUA” de que a Europa e os membros da NATO têm de assegurar a sua defesa.
“Temos vindo a fazer esforço orçamental” para reforçar a defesa, tendo atingido 2% do PIB em 2025. “Foi uma transição num ano de grande exigência. Vamos continuar a cumprir objetivos da NATO: 3,5% em defesa e 1,5% em investimentos ligados à defesa. A NATO é um pilar fundamental de defesa e segurança”, segundo Paulo Rangel.
Marco Rubio também defendeu a postura dos EUA em relação a guerra entre a Ucrânia e a Rússia, defendendo que quer um acordo “permanente” e “justo”.
“Não acreditamos que há uma solução militar para este conflito e guerra. Os EUA estão preparados para facilitar isso. Vamos continuar a tentar. Não vamos investir em processos que não produzem resultados”.
“Pedir para investir em defesa não é hostil. NATO tem de ser forte”
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O secretário de Estado dos Estados Unidos da América (EUA) defendeu em Portugal o aumento da despesa em defesa por parte dos membros da NATO.