Skip to main content

Fintar o Diabo com elegância açucarada

Desde 2010 que “Fausto” não subia ao palco do Scala de Milão. Nesta nova produção, o herói de Goethe, símbolo da liberdade do homem colocado entre o Bem e o Mal, deu lugar a um sonhador que busca o prazer.

Em 1587, aparecia em Frankfurt um pequeno livro. Contava a “verdadeira história” do Dr. Faustus, um estudioso que vendeu a sua alma ao diabo. Este prometeu servir Faustus, responder a todas as suas perguntas e nunca mentir. Como contrapartida, Faustus renunciaria a Deus e cederia o seu corpo e alma ao diabo passados 24 anos.
Faustus desfrutou de vastas riquezas e prazeres proibidos, viajou pelo universo e aprendeu os segredos do cosmos. No final, o diabo recebeu o que lhe era devido. Desde então, Fausto tem fascinado a imaginação ocidental. E tornou-se uma história contada e recontada – primeiro em teatros de marionetes, depois em tragédias, poemas, ballets, óperas, sinfonias, romances e filmes.

Este conteúdo é exclusivo para assinantes, faça login ou subscreva o Jornal Económico