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Nº 2354 | 12 Junho 2026
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Portugal é o país da Europa que bebe mais cerveja fora de casa. Os dados são da associação Cervejeiros de Portugal que esta quinta-feira, 11 de junho, em conjunto com a Brewers of Europe reuniu em Lisboa especialistas, produtores e associados internacionais para debater o futuro do setor na Europa.
Ataques iranianos contra os vizinhos têm aumentado o interesse dos países do Golfo Pérsico em mais soluções de proteção e os drones portugueses têm provas dadas na guerra na Ucrânia.
Depois da SpaceX, também Anthropic e OpenAI se preparam para entrar em bolsa. São as três maiores empresas fora do mercado e vão prolongar a febre da inteligência artificial. Valem 3,5 biliões de euros.
América do Sul, África e Sudeste Asiático são os principais mercados alvo do primeiro avião desenhado e produzido em Portugal para ser usado por civis e militares. Com lançamento previsto para 2031, fábrica vai ter capacidade para produzir 20 aviões por ano.
Empresa considera Portugal como estratégico. Investimento será feito sobretudo nas unidades de Braga e Aveiro com foco na mobilidade e nas tecnologias de aquecimento de água.
Depois de oito meses no mercado português, a plataforma que junta um mercado e uma rede social já planeia internacionalizar-se.
Apesar da incerteza em torno da política comercial e das tensões geopolíticas, vários indicadores continuam a apontar para uma economia norte-americana resiliente.
Venceu, caiu, levantou-se, voltou a cair e foi perdoado por Trump. A vida de Tim Leiweke, novo acionista do Benfica, dava um filme.
Estudo aponta que o impacto é positivo em todos os parâmetros das empresas. Ativos sob gestão ultrapassaram os 10 mil milhões de euros. Mas faltam políticas públicas de incentivo.
A Ingka Centres cresceu nas vendas e nas visitas aos seus centros comerciais em Portugal. A aposta, diz o country manager Mário Barros,
é tornar esses centros em espaços de encontros.
Blackstone e Partners Group limitaram a 5% os levantamentos em vários dos seus fundos, no segundo trimestre. Tendência dos primeiros meses do ano mantém-se. Preocupação também.
“No fim da legislatura o nível da burocracia na relação com as empresas vai descer de forma abrupta”
É um superministro, responsável pela Economia há um ano, que foi um tempo de preparação, mas também de trabalho, que tem para apresentar, como o Banco de Fomento operacional e o PRR recuperado. Aposta agora na IA, com a formação de 100 mil trabalhadores de PME, para alavancar a produtividade. Eno combate à burocracia e ao incumprimento de prazos, guerras que se assume determinado em combater.
Garante que o atraso na aplicação dos fundos europeus foi recuperado e que os novos programas estão em marcha. Para cumprir prazos. “É uma obsessão”, diz.
Sines é um sucesso que está já ameaçado de sobrelotação. O Governo quer descentralizar. Vai construir seis réplicas. Planeadas e também com foco na Coesão Territorial.
A corrida pela última fronteira vale um trilião de dólares. Elon Musk e Jeff Bezos acreditam que a próxima grande revolução económica não acontecerá na Terra, mas em órbita, onde satélites, fábricas espaciais e centrais solares poderão dar origem a novos mercados.
OPART e Novobanco assinaram protocolo de mecenato que serve de pilar ao projeto “Eu na Ópera”, do Teatro Nacional de São Carlos, com a ambição de levar a ópera a nove cidades portuguesas.
Esta não é uma retrospetiva da obra de Frank Gehry, mas sim uma exposição que celebra a liberdade, a imaginação e a coragem
de ver o mundo de uma forma sempre nova, durante quase cem anos.
A filosofia pode ser sedutora? Pode. E o Espanto - Festival Internacional de Filosofia regressa a Cascais, de 13 a 28 de junho, para provar isso mesmo. Um bom pretexto para partilhar inquietações e reflexões.
Kamel Daoud, escritor e jornalista franco-argelino, duas vezes Prémio Goncourt, viveu a guerra civil da Argélia, onde as suas obras estão proibidas. Fala-nos do perigo das perceções, de Albert Camus e da liberdade na Europa.
Prospeção offshore esconde um enorme potencial para Angola, quando os campos em outras regiões estão maduros e a tensão política agita o mercado. A Namíbia, ali ao lado, mostra isso.
O sistema é gerido ‘à vista’: cobranças e subsídios são diretos e não é preciso apresentar declarações. O segredo é a simplicidade.
Insucesso na corrida por um lugar não permanente no Conselho de Segurança volta a evidenciar que o chanceler não consegue lançar mais um “milagre alemão”.
Os combates entre os EUA e o Irão (mas não Israel) regressaram esta semana. Trump ameaçou uma invasão. Curiosamente, os mercados não reagiram. Pouco depois cancelava tudo.
Taxa de poupança tem crescido na Europa e em Portugal, com um claro contraste entre o antes e o pós-covid, mas por cá o indicador continua abaixo da média europeia. Foco nacional está nos depósitos, que têm baixa remuneração, e a casa continua a ser o maior ativo das famílias.
Mercado dava como adquirida subida de 25 pontos e Lagarde manteve a porta aberta a mais mexidas, face a uma inflação duradoura. BCE foi o primeiro a inverter rumo uma semana antes de reuniões nos EUA, Reino Unido e Japão.
Preparam-se mudanças nas regras das emissões poluentes e a ministra do Ambiente avisa para os impactos negativos setores industriais cruciais em Portugal como cerâmica, vidro e cimento.
Programa apoiado pelo PRR liga investigadores, indústria e investidores para criar startups deep tech na economia do mar. Fórum Oceano transforma projetos de investigação científica azul em novos negócios.
O Oeiras Blue Tech Ocean Forum apresenta fundos de investimento, projetos-piloto e tecnologias que estão a sair do laboratório para o mercado.
As sardinhas regressaram ao mercado em maior abundância, mas mais caras, após anos de escassez e quotas apertadas. Os portugueses não perderam tempo e começaram a comprar.
Concretizaram-se as piores perspetivas: as regras apertadas de Trump para o controlo da imigração já se fazem sentir. O melhor árbitro africano foi impedido de entrar. “Infeliz”, diz Infantino.
Nos últimos anos, o debate em torno da Tauromaquia tem sido frequentemente reduzido ao que acontece dentro de uma praça de toiros. No entanto, quem pretenda compreender verdadeiramente a importância do touro bravo para Portugal deve olhar muito para além da arena.
Apesar de haver uma maior consciencialização das organizações para a importância da formação, o desafio está em transformá-la em planeamento. Movimentos que provocam disrupção obrigam a aprendizagem.
A remuneração mínima mensal garantida em Portugal, o salário mínimo, tem subido de forma consistente acima do ritmo de crescimento dos salários mais altos. É bom, porque reduz desigualdades, é mau porque comprime a estrutura salarial e reduz o incentivo para adquirir formação, assumir mais responsabilidades ou progredir na carreira. Para quê maior esforço se não vai haver maior retribuição.