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Notícias
Paulo Branco: “Uma das coisas mais importantes é ser livre e independente”
Começou a produzir filmes há 40 anos e tornou-se uma referência a nível europeu. A Cinemateca Francesa presta-lhe homenagem a partir de 23 de junho. Sinal de vitalidade e de futuro. Que nos revelou com entusiasmo.
João Moreira Rato: Navegar da crise para a boa esperança nos mercados
Na período febril que antecedeu o pedido de resgate em 2011, governantes e analistas exclamavam de forma repetida “Portugal não é a Grécia”. Esta semana, uma década depois desse difícil momento da história portuguesa, João Moreira Rato, que foi presidente do IGCP entre 2012 e 2014 lançou um livro em que diz que Portugal não foi a Grécia, pois escolheu um caminho alternativo para a saída do programa da troika. Foi uma retirada ‘limpa’ conseguida com o apoio dos grandes investidores, sublinha.
Nuno Palma: “O licenciado Pacheco Pereira é um académico falhado”
Na sequência da polémica levantada pela sua intervenção na Convenção do MEL, o professor da Universidade de Manchester Nuno Palma diz que “não há grande diferença entre Donald Trump e políticos como Pedro Marques, Ana Catarina Mendes, Miguel Costa Matos ou Pacheco Pereira”
Bem-estar no trabalho: Em busca de um novo equilíbrio no pós-pandemia
“As pessoas estão a mostrar a sua essência e isso permite aprender lições importantíssimas”. Quem o diz é José Soares, professor de Fisiologia, alertando para a importância de empresas e colaboradores trabalharem juntos para se alcançar um equilíbrio sustentável.
Jeff Bezos: Dono da Amazon prestes a cumprir um sonho com 40 anos: viajar para o espaço
A primeira vez que Jeff Bezos falou da sua vontade de colonizar o espaço foi em 1982. O que parecia ser um devaneio de juventude não especialmente imaginativo vai ter um ponto alto a 20 de julho, quando o na altura ex-CEO da Amazon voar para lá do limite da Linha Karman.
Aurélio Pereira: O “olho de ouro” que levou Portugal à glória europeia
“Ver para Crer” é o livro com as histórias mais marcantes do maior caça-talentos da história do futebol português, responsável pela chegada de 62 jogadores à Seleção portuguesa, dez dos quais sagraram-se mesmo campeões da Europa em 2016. Aurélio Pereira singrou na altura em que as camadas jovens eram desvalorizadas e era preciso convencer os clubes a investir.
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