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Ver o mundo de uma forma sempre nova

Esta não é uma retrospetiva da obra de Frank Gehry, mas sim uma exposição que celebra a liberdade, a imaginação e a coragem de ver o mundo de uma forma sempre nova, durante quase cem anos.

Nasceu em 1929, em Toronto, e tornou-se cidadão dos EUA em 1954. Frank Gehry, de seu nome, estudou nas Universidades de Southern California e Harvard, e fixou-se em Los Angeles como arquiteto independente em 1963. A partir de finais da década de 1970 Gehry começa a desenvolver o seu estilo pessoal, baseado em jogos geométricos e interpenetrações de formas volumétricas simples – cubos, prismas, cilindros, etc. – constituídos por diferentes materiais e cores.
Gehry entende a arquitetura como a arte de produzir esculturas habitáveis, afirmando que escultores como Brancusi têm mais influência na sua obra do que os grandes mestres da arquitetura. O seu traço está presente um pouco por todo o mundo, na sequência de convites para realizar grandes obras, sobretudo relacionadas com a arte. Exemplos? O Museu de Design da Vitra em Weil-am-Rhein (1987-89), na Alemanha, o Museu de Arte da Universidade do Minnesota (1990), em Minneapolis e a Sala de Concertos Walt Disney (1989), em Los Angeles, EUA, ou o Museu Guggenheim (1993-1997), em Bilbau, Espanha, onde ficou patente também a sua grande aceitação pelo público.

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