Skip to main content

Formação em compliance e novas tecnologias continua deficitária

Apesar de haver uma maior consciencialização das organizações para a importância da formação, o desafio está em transformá-la em planeamento. Movimentos que provocam disrupção obrigam a aprendizagem.

A formação em compliance, cibersegurança, inteligência artificial (IA) e análise de dados “continua a ser deficitária” em muitas empresas em Portugal, alerta Ana Jogo Mendes, diretora Executiva da Área de Conhecimento/Formação da ANJE, defendendo que a formação executiva em compliance e novas tecnologias “deve ser tratada como prioridade de gestão”. Este problema é particularmente notória nas pequenas e médias empresas (PME), “onde a velocidade da mudança tecnológica e regulatória supera frequentemente a capacidade de adaptação”, explica.

Este conteúdo é exclusivo para assinantes, faça login ou subscreva o Jornal Económico