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Nº 2347 | 24 Abril 2026
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Num contexto global marcado pela volatilidade, crises sucessivas e imprevisibilidade, a confiança emerge como o ativo mais escasso
para decisões económicas. Rafael Alves da Rocha traça um retrato exigente do momento atual, apontando fragilidades estruturais e defendendo liderança e investimento como pilares para o futuro.
Num ambiente marcado pela volatilidade, o sucesso do investimento passa por adotar estratégias consistentes e alinhadas com objetivos de longo prazo.
Entre a abundância de informação e a dificuldade de a interpretar, muitos investidores ficam reféns de escolhas conservadoras, sobretudo em contextos de incerteza.
Os mercados continuam atentos ao conflito no Médio Oriente, mas S&P 500, Nasdaq e Russell 2000 renovaram máximos históricos, mostrando uma resiliência surpreendente.
Nasceu de uma crise, cresceu para novas áreas de negócio e transformou o tempo no seu maior produto. A Via Verde não foi apenas uma inovação nas portagens. Foi uma ideia que colocou Portugal na linha
da frente do mercado, a nível mundial.
Nova SBE testa modelo pedagógico que junta o aprender-fazendo com tecnologia de ponta. De óculos nos olhos e joystick na mão, alunos desenvolvem competências como negociação e decisão num cenário empresarial simulado.
As duas companhias aéreas interessadas na transportadora portuguesa têm agora até julho apresentarem propostas vinculativas para a entrada no capital. O critério financeiro vai ser “absolutamente central”.
O Grupo Bankinter reportou um resultado líquido de 291 milhões de euros no primeiro trimestre de 2026, o que representa um crescimento de 7,6% face ao mesmo período do ano anterior.
Governo dos Açores considera que abandono da Ryanair das rotas do arquipélago é uma “oportunidade” para outras companhias. Para já, a TAP e a SATA. Mas estão a procurar mais interessados.
Os fundos de investimento que se preparem. Chegou a era do jogador stakeholder no futebol. Com uma promessa: resgatar o desporto-rei para colocá-lo, de novo, mais perto da sua essência.
A venda do Novobanco concretiza-se já na próxima semana e, afinal, o banco francês vai pagar mais cerca de 300 milhões de euros
do que o anunciado inicialmente.
O banco de investimento Lazard é o assessor financeiro independente do IPO da Fidelidade. A venda de 35% deixa a Fosun com 50% da Fidelidade. A CGDtem 15%, mas admite reforçar.
O banco central apresentou o Relatório do Conselho de Administração de 2025 onde revela resultado negativos. Mas as reservas de ouro valorizaram-se 46% atingindo o valor de 45,1 mil milhões.
Transações mediadas pela Century XXI caíram 8% no primeiro trimestre, mas o dinheiro movimentado aumentou 9%. Indicia aumento de preços, claro. Peso dos portugueses aumentou.
O comboio de tempestades e a confiança internacional degrada pelo conflito no Médio Oriente fizeram mossa. Nos dois primeiros meses do ano, onegócio não esteve à altura expectativas, mas já está a recuperar. Apesar dos custos de contexto.
Consultora tecnológica suíça adquiriu a Crayon. Agora quer “escalar” a operação e aproveitar o conhecimento português para reforçar a sua rede internacional.
O negócio das telecomunicações encontra-se muito pressionado e a maior operadora portuguesa está já a mudar de rumo.
Quer ser uma plataforma digital aberta, inovadora, para dados e serviços.
Suecos querem vender a Portugal
o substituto do F-16. Argumentam que o Gripen custa um terço face a rivais, voa mais horas e tem mais tecnologia. SAAB aponta que o país tem
muito potencial para produzir componentes e não rejeita a hipótese de vir a fabricar caças.
O histórico restaurante Zé Manel dos Ossos, fundado em 1959 na baixa de Coimbra e famoso pelos ossos de espinhaço de porco cozidos, enfrenta, a poucos metros de distância, um concorrente com um nome quase idêntico, o Rui Manel dos Ossos. O conflito já chegou à Justiça através de uma providência cautelar.
A Santa Sé marca presença na 61ª edição da Bienal de Veneza, que decorre de 9 de maio a 22 de novembro. Carminho e Ilda David estão entre os artistas convidados para enaltecer a tecnologia ancestral da escuta.
Bad Bunny não teve de ‘americanizar-se’ nem de cantar em inglês para o público se render. Em Porto Rico, onde nasceu e cresceu, e onde tem o seu refúgio. Nos Estados Unidos e no mundo inteiro. A indústria leu bem o que faz vibrar multidões e deu-lhe os minutos do Olimpo, leia-se o intervalo do Super Bowl. Imparável, Bad Bunny esgota concertos em
todo o lado. Os dois previstos para maio, em Lisboa, também.
O talento de Martin Parr está na síntese que cada fotografia faz do seu olhar implacável sobre o mundo e sobre os excessos do ser humano, em particular. E fá-lo de uma forma acutilante, com muito humor e sentido crítico. Até 24 de maio, o Jeu de Paume, em Paris, rende-se ao olhar do fotógrafo britânco.
Para o antigo comissário europeu, o investimento militar deve ser pensado como alavanca de crescimento empresarial para as pequenas e médias empresas nacionais.
Proposta de pagar bónus aos advogados que consigam demover os imigrantes a ficarem em Itália pode ser inconstitucional e aumenta a guerra entre o governo e o poder judicial. As novas regras são votadas esta sexta-feira.
Angola quer acrescentar capacidades na exploração e refinação e considera que a China é o país que melhor pode contribuir para isso. Neste contexto, o Corredor do Lobito é uma infraestrutura prioritária.
Teerão está a radicalizar-se, o que implica um desprezo crescente pela via do diálogo. Entretanto, os libaneses querem o exército israelita fora do país para continuarem negociações.
Londres, Escócia e País de Gales estão no centro das atenções. Todas as sondagens indicam que os trabalhistas vão sofrer pesadas derrotas por todo o lado.
Estudo do supervisor, publicado em janeiro, mostra que há “fluxos de trabalhadores intensos” e que a mobilidade “não se limita aos trabalhadores mais jovens”. Centeno constata que “a rotação do emprego é enorme”, mas Mota Soares afirma que a reversão de medidas
e a Agenda do Trabalho Digno tornaram o mercado mais rígido.
Órgão máximo da central rejeitou novamente, por unanimidade, a proposta de revisão laboral. ‘Outsourcing’ e banco de horas individual são alguns pontos do descontentamento. UGT diz estar aberta para negociar. Não chega, diz ministra. Está marcada concertação para depois do 1.º de maio.
Atual contexto de perda de relevância do dólar leva IGCP a apostar na diversificação, incluindo com a moeda chinesa, que deverá ganhar importância nos próximos anos.
Pequim quer atrair startups de vários setores, incluindo de energias renováveis e de inteligência artificial. Objetivo: instalarem-se em Macau para entrarem no mercado chinês.
Os sete pontos acordados antes da primeira reunião do secretariado nacional da UGT são sinalizados pelos patrões como “convergências que a central conseguiu com o objetivo de levar alguns trunfos junto dos associados”.
A UTAO alerta para “grande volume de reembolsos” no refinaciamento da dívida. São esperadas amortizações de 215 mil milhões de euros até 2038. Economistas ouvidos pelo JE desdramatizam.
O ministro Adjunto e da Reforma do Estado fez o A a Z das reformas e dos projetos de investimento na área da inteligência artificial.
Apesar de algumas grandes empresas, a Europa tem pouca presença tecnológica nos mercados e investe menos em alta tecnologia. BCE defende maior flexibilidade no mercado de trabalho e ambiente regulatório mais simples.
Comissão Europeia lança 55 medidas para apoiar famílias e empresas face à crise energética. Propõe vales-energia, redução de impostos e gás sob vigilância. Um mega plano de 660 mil milhões por ano até 2030.
Associação assume desconhecimento sobre qualquer proposta que esteja a ser “cozinhada” em relação ao PAER e alerta para “insuficiências e armadilhas” relativas ao decreto-lei.
As negociações da nova legislação laboral, em sede de concertação social, foram um exercício de estoicismo para todos os intervenientes, tantas as horas passadas em reuniões.
A adoção acelerada da IA pode acrescentar entre 18 e 22 mil milhões de euros ao Produto Interno Bruto português.
Especialistas defendem que o Estado tem de funcionar como um catalisador da economia e não ter apenas um papel de “mero observador”.
Tecido económico português é muito diversificado e lida com os riscos digitais de várias formas, nem sempre eficazes, dizem especialistas.
Em Portugal, convencionou-se chamá-los de “nem-nem” – nem trabalham, nem estudam — e tempos houve em que era um indicador preocupante.