Portugal enfrenta uma pressão acrescida criada pelos reembolsos na próxima década, alerta a Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO), que aponta para perfis anuais de amortização entre 9 e 24,4 mil milhões de euros anuais entre este ano e 2038. Ainda assim, os economistas ouvidos pelo JE apontam para o planeamento da Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP) e o alisamento que é feito nestas operações. É o caso de João Moreia Rato e Pedro Brinca que mostram-se tranquilos em relação a esta evolução apesar da oportunidade perdida, dizem, durante os anos de Governo de António Costa para assegurar maturidades mais longas a taxas mais baixas.
Economistas afastam receios da UTAO nos reembolsos da dívida
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A UTAO alerta para “grande volume de reembolsos” no refinaciamento da dívida. São esperadas amortizações de 215 mil milhões de euros até 2038. Economistas ouvidos pelo JE desdramatizam.