A Europa já pagou 24 mil milhões extra pela energia e responde com plano de 660 mil milhões de euros por ano até 2030. É o AccelerateEU como resposta à recente escalada dos preços da energia devido à instabilidade no Médio Oriente. Deixou cair um dia obrigatório de teletrabalho por semana e a limitação às viagens de avião e propõe vales-energia, apoios ao rendimento, regimes de leasing social, reduções temporárias dos impostos sobre a eletricidade e maior margem para auxílios estatais. E a criação de um Observatório de Combustíveis para monitorizar fluxos e níveis de reserva de diesel e combustível de aviação.
O pacote AccelerateEU contempla 55 medidas e assenta em cinco grandes eixos de ação. À cabeça: mais coordenação entre Estados-membros, onde inclui o enchimento coordenado das reservas de gás, o recurso às flexibilidades nas regras de armazenamento, eventuais libertações excecionais de reservas de petróleo e a adoção de medidas nacionais em caso de necessidade. Bruxelas quer ainda garantir coordenação apertada sobre o abastecimento de diesel e querosene, apoiando-se na Energy Union Task Force, lançada em 2025. Uma coordenação que se estende À disponibilidade de capacidades de produção das refinarias de petróleo.
Bruxelas ativa plano de emergência energética. Quer vales, subsídios e menos impostos
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Comissão Europeia lança 55 medidas para apoiar famílias e empresas face à crise energética. Propõe vales-energia, redução de impostos e gás sob vigilância. Um mega plano de 660 mil milhões por ano até 2030.