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Desemprego e formação Onde estão os “nem-nem”?

Em Portugal, convencionou-se chamá-los de “nem-nem” – nem trabalham, nem estudam — e tempos houve em que era um indicador preocupante.

Em 2013, a taxa de jovens com idade entre 16 e 29 anos que nem estavam empregados nem tinham qualquer tipo de atividade formativa chegava a 17,6%. E no grupo dos 25 aos 29 anos atingia os 21%. Hoje, no entanto, o mercado de trabalho está nos antípodas do período da troika e desde 2011 (o início da série estatística) que este indicador não era tão baixo. Já o sabíamos em valor absoluto e agora os dados do INE mostram que também o é face ao total de jovens dessa idade: apenas 8,5%, melhor do que os 9% de 2022, o anterior mínimo em 15 anos. Em média, estiveram 136 mil pessoas nesta condição ao longo do ano passado, mas chegaram a ser mais de 400 mil em 2012 e 2013. Muitos acabaram por emigrar.

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