Capa
Nº 2333 | 16 Janeiro 2026
Ver PDF
Disponível para Assinantes
Notícias
Empresas & Finanças
Mais
Reportagem
Prazer
Lusofonia e Mundo
Economia & Política
Ensaio
Última
A insegurança é o maior veneno do mundo dos vinhos e o ano de 2025 foi definitivamente inseguro em termos de perceção geral. Mas, no final do ano, a The Fladgate Partnership conseguiu segurar todas as pontas: vinhos, hotéis e enoturismo responderam ao desafio.
Vendas de imóveis que custam entre cinco e 15 milhões de euros cresceram 15% no ano passado. Portugueses, brasileiros e norte-americanos são os maiores compradores.
O período de apresentação de resultados relativos ao quarto trimestre de 2025 arrancou com resultados “mistos” para a banca americana.
Já pesam 10% nas vendas de carros elétricos e 5% no mercado total. Crescimento da quota de mercado tem sido silenciosa.
Mediadora de luxo norte-americana aposta em Lisboa, Comporta, Algarve, Porto e Madeira. Na capital já tem uma moradia de 20 milhões para vender. Conjuntura política nos EUA torna Portugal “um tubo de escape” para vendas na Europa.
O maior negócio dos últimos anos em Portugal fez mexer o ponteiro: em vez de voltar a registar uma quebra, o mercado subiu. E todos os rankings foram afetados.
Exportações aprovadas para a Alemanha e para a França, um pré-acordo para vender no Reino Unido e uma meta de produção de 100 toneladas anuais até 2030. Este é plano traçado pela empresa.
França é o maior empregador estrangeiro em Portugal e as empresas procuram portugueses. O francês está vivo e tem valor no mercado de trabalho.
Embora a língua oficial seja o inglês, multinacionais valorizam francês. Dificuldades na contratação de francófonos não põe em causa o negócio. Ambas oferecem programas linguísticos.
“Special two billion”: próxima contratação vai fazer do técnico o segundo a chegar aos dois mil milhões de euros em contratações.
Presidente Daniel Chapo e dois ministros moçambicanos estiveram em Abu Dhabi onde promoveram oportunidades de investimento.
Começou por fabricar carroçarias para autocarros e vender carros japoneses, mas multiplicou o negócio e hoje está presente em 48 países. Foco para este ano é o mercado europeu.
A Porsche é a líder deste segmento, mas marcas históricas como a Bentley, Ferrari ou Maserati registaram crescimentos acima de 20% em 2025. Já o segmento premium é dominado pela Mercedes-Benz.
Analisámos os montantes para cada país da União Europeia. Com uma redução de 13% face ao atual quadro financeiro, Portugal ocupa o penúltimo lugar da tabela e é dos mais penalizados.
O ministro da Agricultura garante que Portugal está a trabalhar para não perder dinheiro na PAC, mas que quer mais: atualização de montantes e apoio às regiões ultraperiféricas. E considera o acordo UE-Mercosul uma “oportunidade real”.
Mercado alargado divide o setor agrícola português. Vinho, azeite, frutas e tomate preparado são potenciais vencedores com a redução de tarifas. Pecuária, apicultura e arroz temem perdas. Todos querem fiscalização.
Em década e meia, o gigante de transformação de carne de porco passou de uma faturação de quase 100 milhões de euros para a insolvência. Com a quebra nas exportações e a forte concorrência, como a Nobre e a Izidoro, que investiram na imagem e na diversificação dos produtos, as latas de enchidos da Sicasal desapareceram das prateleiras dos supermercados.
Há mais de 40 anos que José Carlos Santana Pinto norteia a sua existência pelo colecionismo. Pela ideia da arte como interpelação. “O belo tem
de fazer perguntas”, diz. Mas não se pense que o “belo” que o move é linear, óbvio, figurativo. É muitas vezes perturbador. Como a vida.
O John F. Kennedy Center, em Washington, é uma marca cultural por si só. Trump nomeou-se presidente da instituição e deu ordem de despejo.
Dois leitores ávidos olharam para o hemisfério sul e transformaram-no no conceito da sua livraria. A Gondwana ainda não tem dois meses de vida, mas já anda nas bocas do mundo. Lisboeta e não só.
A Metropolitan Opera, em Nova Iorque, apresenta uma nova produção de “Tristão e Isolda”, pela mão de Yuval Sharon, que o New York Times considera “o mais visionário encenador de ópera da sua geração”.
O encontro anual de líderes governamentais e empresariais em Davos tem início na próxima semana, no dia 19, apresentando como lema nesta 56.ª edição “Um Espírito de Diálogo”.
Masoud Pezeshkian quer resolver o problema na base dos protestos, mas a linha dura do governo está mais interessada em assegurar a sobrevivência através da repressão das manifestações, que é para continuar.
O Irão, que chegou a estar no top 50 das exportações portuguesas, é agora apenas o 139º no ranking, com valores irrelevantes. As tarifas de Trump para penalizar Teerão não afetam Portugal.
Dependente da Dinamarca - que tem um histórico de contenção étnica da ilha - a Gronelândia tem sob o gelo minas de materiais de elevado potencial. Mas, sobre o gelo, há pobreza.
Presidente da Fed mudou de postura, acusando Trump de o visar pela sua recusa em baixar taxas, e analistas e conselheiros da Casa Branca convergem: a perseguição a Powell será contraproducente.
É a outra face do confronto geoestratégico, mas enquanto Xi Jinping vê o sistema científico como crucial, Trump despreza-o. Harvard ainda é Harvard, mas as chinesas não dão tréguas nos ‘rankings’.
Economistas ouvidos pelo JE defendem que a nova lei laboral é um tema onde a palavra do sucessor de Marcelo será “importante” e que não deverá ter uma postura “reativa”. No domínio económico, defendem ainda que lhe caberá exercer uma magistratura de influência “ativa” e “exigente”. E apontam outras áreas da economia às quais o próximo inquilino de Belém deve estar especialmente atento.
Partindo do princípio de que o Presidente tem uma agenda para a economia, empresas e inovação, como deverá, então, exercer o seu mandato com vista ao impulso do crescimento económico?
Oito em cada dez empresários falam em falta de mão de obra e, com o país em pleno emprego, fundos para executar e mexidas na imigração, a tendência é de agravamento.
Linha de apoio ao financiamento das cooperativas, ao estilo dos anos 80, pretende potenciar a construção e a reabilitação.
No clássico imortalizado por Carmen Miranda «Disseram que voltei americanizada», a cantora confirmava que recebera influências, mas que isso não a levara a perder a identidade. A lição, neste caso, é cultural, mas ajusta-se como uma luva ao debate sobre o futuro da arbitragem tributária no Brasil.
A preocupação com as encomendas do setor automóvel está a levar as empresas de metalurgia e metalomecânica a acelerarem a procura por oportunidades na área da Defesa.
O Governo já deu algumas informações sobre o que se pode esperar deste investimento e das respetivas contrapartidas. Mas há ainda várias perguntas por responder.
O maior número de vetos aconteceram em 2023, durante o segundo Governo de António Costa. Foram 11, no total. As pastas da Lei da Nacionalidade e as alterações ao código laboral passam para o futuro o PR.
Numa avaliação sumária, assente numa experiência direta ou numa observação próxima, ao longo de mais de vinte e oito anos*, considero que é legítimo concluir que o interesse nacional foi melhor atendido sempre que a negociação foi feita no quadro do método comunitário, sempre que a negociação teve uma natureza holística e sempre que houve clarividência política para projetar os interesses de longo prazo do País. Conclusão que também se aplica aos demais Estados-membros. O que confere a estas decisões comunitárias uma natureza estratégica.
O ano de 2026 é considerado decisivo para o euro digital porque está prevista a conclusão do processo legislativo na União Europeia que permitirá ao Banco Central Europeu (BCE) avançar com o projeto.