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Trump entra no Kennedy Center e a ópera sai

O John F. Kennedy Center, em Washington, é uma marca cultural por si só. Trump nomeou-se presidente da instituição e deu ordem de despejo.

Ofrisson é inevitável de cada vez que se ouve o apelido Kennedy. Mais uma tragédia? O divórcio teve início em dezembro, mais concretamente no dia de Consoada, quando estava previsto um Concerto de Jazz no Kennedy Center, em Washington D.C.. Uma tradição que já leva 20 anos, sob os auspícios de Chuck Redd – músico que integrou as mais diversas formações de grandes nomes do jazz, de Dizzy Gillespie a Ray Brown – cancelou, sem contemplações.

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