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Falta de mão de obra é o reverso da medalha do pleno emprego

Oito em cada dez empresários falam em falta de mão de obra e, com o país em pleno emprego, fundos para executar e mexidas na imigração, a tendência é de agravamento.

Portugal registou recentemente máximos históricos de emprego e a taxa de desemprego mais baixa em 23 anos, um cenário que ilustra bem a vitalidade do mercado de trabalho no país. Apesar dos efeitos positivos na economia, a perspetiva de crescimento sustentado nos próximos trimestres coloca uma questão: com já constrangimentos evidentes e prolongados na captação de mão de obra , sobretudo qualificada, como irá a economia nacional conseguir continuar a expandir a sua força de trabalho, sobretudo com menos imigração? Para oito em cada dez empresários, esta é uma limitação significativa, aponta a Associação Empresarial de Portugal (AEP).

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