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Nº 355 | 10 Abril 2025

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Aí está a resposta da segunda maior economia do mundo à decisão de Trump em avançar com tarifas de 104%: a China anunciou que as importações dos EUA vão ser taxadas a 84%. O banco central da China pediu a redução das compras de dólares e o preço do petróleo está a níveis de fevereiro de 2021.

O plano para mitigar os efeitos das tarifas de Trump será debatido no Conselho de Ministros desta quinta-feira, onde será tema central. Associações empresariais que reuniram com o Governo pedem rapidez na execução dos apoios, sobretudo dado o contexto atual de crise política e a necessidade de enfrentar as taxas já impostas pelos EUA.

A retaliação dos Estados-membros visa uma lista de produtos dos EUA, como o aço e o alumínio, os barcos, as aves de capoeira e a soja. São, para já, tarifas sobre 21 mil milhões de euros por ano de produtos norte-americanos. É o contra-ataque às tarifas de 25% impostas por Trump às importações de aço e alumínio do bloco europeu.

A China está fora do grupo de países que vão poder contar com uma pausa 90 dias na imposição de novas tarifas. A decisão é surpreendente e terá a ver com a pressão a que Trump está internamente sujeito. Taxa para Pequim sobre para os 125%.

Esses números poderão sofrer alterações, pois alguns dos deputados eleitos podem não assumir o mandato na quinta-feira, sendo substituídos por outros elementos, e há quem possa também transitar para o executivo regional, resultando em novas alterações.

A volatilidade dos mercados está em níveis que não eram vistos desde o pico da pandemia. Esta é a perceção que leva a crer o índice VIX, habitualmente conhecido como índice do medo e que esta quarta-feira atingiu máximos de cinco anos. Ainda assim, acabou por cair de forma agressiva, em função do adiar das tarifas dos EUA.

Ao cabo de várias semanas de negociações, a CDU e o SPD chegaram finalmente a um acordo que abre as portas à formação de um governo conjunto, com os contornos ainda não totalmente definidos.

Na sequência da cobrança indevida de juros, foram devolvidos aos clientes 18,5 milhões de euros, sendo o restante o indevidamente cobrado em comissões.

A produtora de equipamentos de escritório conta com 170 trabalhadores no país e aposta na IA para melhorar os produtos e serviços que disponibiliza. Para 2025, aponta a um crescimento de 2% nas receitas.

Em 2024, a empresa vendeu apenas 151 mil unidades em todo o mundo. Os desafios do novo gestor passam por renovar a base de clientes e pela modernização da marca pelos modelos elétricos.

Do seu portefólio de investimentos fazem parte a Arica Holding, a Sociedade Francisco Manuel dos Santos e a Jerónimo Martins.

Depois da revogação do contrato de concessão da mina de Moncorvo com a Aethel Mining, os interessados já podem demonstrar o seu interesse na mina de ferro. Governo garante que vai reforçar mecanismos para garantir a idoneidade dos interessados.

A menos de um ano do fim do Plano de Recuperação e Resiliência só foram entregues 8% das casas prometidas pelos governos. Setor imobiliário diz que números eram "totalmente expectáveis" devido à falta de capacidade construtiva. Solução passa pelo privado, mas para isso "é preciso baixar o IVA na construção para 6% e melhorar os licenciamentos", alerta o presidente dos promotores, Hugo Santos Ferreira.