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O que parecia inevitável a seguir às eleições municipais de maio vai mesmo acontecer: Keir Starmer vai engrossar a lista de primeiros-ministros mais ou menos irrelevantes que os britânicos têm colecionado desde o Brexit. Em Manchester, é conhecido com o ‘rei do norte’.
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JD Vance afirmou que as negociações na Suíça correram bem, mas Donald Trump decidiu deixar de hostilizar publicamente o primeiro-ministro de Israel para voltar à retórica das ameaças ao Irão, desta vez por causa do Líbano. Os iranianos não gostaram.
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Com a queda das reservas, o choque nos preços do petróleo na Europa pode em breve transformar-se numa crise de volume – um cenário para o qual os países precisam de estar preparados. E essa preparação passa pelo bloqueio ao aumento do consumo – ou seja, pela manutenção dos preços elevados.
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Numa agenda dominada pela Ucrânia, o encontro sucede um dia antes da assinatura do acordo entre o Irão e os Estados Unidos, que também estará em análise. O financiamento da defesa volta também a debate.
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O segundo dia da cimeira em Évian-les-Bains, França, ficou marcado pelo debate sobre a Ucrânia, que assim regressa ao topo de uma agenda que apenas há um par de dias arriscava só ter lugar para o Irão. O G7 também vai impor novas sanções a Moscovo.
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Analistas do Goldman Sachs estão otimistas sobre a retoma de exportações, mas só as negociações correrem bem. Apesar do conflito, 11 milhões de barris saem diariamente do Golfo Pérsico. Mais de 100 petroleiros retidos no estreito de Ormuz vão fazer chegar rapidamente petróleo aos mercados internacionais, mesmo antes de a produção ser retomada. Qatar prevê retomar 80% da sua produção de gás em dois meses.
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