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Trump anunciou que o Estreito de Ormuz já estava transitável, mas o Irão não é da mesma opinião. Resultado: só muito poucos navios arriscam a travessia. Entretanto, a paz não chegou ao Líbano nem aos países do Golfo Pérsico – mas, mesmo assim, as reações de von der Leyen e de António Costa, entre outros, foram de regozijo e esperança.
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"O mundo nunca experimentou uma interrupção no fornecimento de energia de tal magnitude", disse olíder da Agência Internacional de Energia numa entrevista ao jornal francês "Le Figaro".
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Portugal arrisca ficar sem stocks de jet fuel em quatro meses se não conseguir substituir fornecedores cujas cargas estão dependentes do estreito de Ormuz que continua fechado desde o início da guerra no Médio Oriente.
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O presidente dos Estados Unidos disse que mantém a ameaça de levar o inferno até ao Irão, mas afirmou que há iranianos ativamente interessados num acordo. “E não posso dizer mais”.
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O presidente dos Estados Unidos anunciou ataques maciços para o segundo dia desta semana se o Estreito de Ormuz não for reaberto pelos iranianos. No quadro de uma guerra em que alguns dos participantes parecem estar a perder discernimento, a OPEP diz que vai aumentar a produção - mas não sabe como.
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A quase paragem do tráfego no Estreito de Ormuz está a provocar um efeito dominó que vai muito além do petróleo: encarece fertilizantes, pressiona agricultores e coloca em risco a produção alimentar mundial. O alerta foi lançado por Máximo Torero, da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura, que fala num “choque sistémico” com potencial para agravar a segurança alimentar global nos próximos meses.
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