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Oficialmente, ninguém sabe em que ponto estão os contactos entre os Estados Unidos e o Irão. A única certeza é que Israel não ficou confortável com o plano. E que Donald Trump ameaçou Teerão com o “inferno” se não houver acordo.
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O Rassemblement National conseguiu registar um aumento sem precedentes no quadro geral do país, o que constitui uma excelente ‘rampa de lançamento’ para as eleições presidenciais no segundo trimestre de 2027. Mas a extrema-esquerda também não se saiu mal.
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Presidente dos Estados Unidos conseguiu apenas em um dia ser desmentido pelo Irão e censurado por algumas das principais empresas da indústria petrolífera.
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"Se a infraestrutura petrolífera e energética do Irão for atacada pelo inimigo, todas as infraestruturas energéticas, de tecnologia da informação e de dessalinização de água pertencentes aos Estados Unidos e ao regime da região serão alvo de ataques", declarou o porta-voz do comando operacional do exército, Khatam al-Anbiya, num comunicado publicado pela agência Fars.
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A ameaça foi transmitida por Donald Trump através da rede social Social Truth, onde o governante norte-americano referiu que se o Irão "não abrisse completamente, sem ameaças" o Estreito de Ormuz, em 48 horas, os Estados Unidos iriam "atacar e destruir" as suas centrais de energia, começando pela maior.
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"Os ataques a instalações nucleares representam uma ameaça crescente à saúde pública e à segurança ambiental", afirmou o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, na rede social X.
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