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A quase paragem do tráfego no Estreito de Ormuz está a provocar um efeito dominó que vai muito além do petróleo: encarece fertilizantes, pressiona agricultores e coloca em risco a produção alimentar mundial. O alerta foi lançado por Máximo Torero, da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura, que fala num “choque sistémico” com potencial para agravar a segurança alimentar global nos próximos meses.
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Dados da S&P Global, divulgados em setembro de 2025, colocam a 'frota fantasma' em 978 navios (18,5% do total de petroleiros), um número superior aos 889 navios em novembro de 2024. Estes navios alimentam necessidades energéticas de países como Rússia, Venezuela e Irão. Conflito no Médio Oriente aguçou o apetite de países como China e Índia por petróleo vindo destes navios.
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O parlamento está a preparar um projeto de lei para cobrar uma taxa pela prestação de segurança aos navios que transitam pelo estreito de Ormuz.
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"A atual turbulência nos mercados internacionais, resultante do conflito com o Irão, está a gerar uma elevada instabilidade no mercado energético, podendo, em função da sua duração, exercer uma pressão adicional sobre os custos dos materiais, para além dos efeitos já sentidos ao nível dos combustíveis", afirma Manuel Reis Campos, presidente da Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN)
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Decisão não está tomada, mas pode causar novos problemas com as petromonarquias do golfo. Espanha também volta a enfrentar Trump. E há mais um estreito que pode vir a ser fechado: o de Bab el-Mandeb.
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Se o presidente Donald Trump aprovar os planos, uma nova fase da guerra, significativamente mais perigosa para as tropas norte-americanas, terá início. Entretanto, Israel fechou os lugares sagrados de Jerusalém, impedindo a sagração da missa do Domingo de Ramos.
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