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Só para fazer reparações básicas nas infraestruturas de petróleo, a fatura ascende a 12 mil milhões. Dobrar a produção significa investir mais e o barril a 60 dólares não é atrativo. E continuam a haver riscos para investir, pois a incerteza política mantém-se no país latino-americano.
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Da Venezuela e da Colômbia chegam vozes de líderes que colocam em cima da mesa a hipótese de se defenderem pelas armas do assédio dos Estados Unidos aos países cujo destino os colocou numa geografia cada vez mais perigosa.
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Com uma crise económica de décadas, a Venezuela está próxima do colapso devido à ineficiência do setor petrolífero. O bloqueio dos Estados Unidos parou as exportações, que só reatarão se houver entendimento entre o regime e a Casa Branca. A Chevron, velha conhecida dos portugueses, pode ser uma chave da mudança.
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Numa declaração conjunta, os líderes europeus expressaram o seu apoio à Gronelândia. Portugal subscreveu o documento, disse Luís Montenegro. Países nórdicos vão mais longe. Mas um chefe de gabinete dos EUA acha que “ninguém vai entrar em guerra com os EUA para defender a Gronelândia”.
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Reunião foi convocada a pedido da Venezuela, que condenou a ação unilateral de Washington contra o país. Rússia e China estão do seu lado. E António Guterres foi também muito crítico.
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Presidente deposto da Venezuela declara-se inocente das acusações de tráfico de droga para os Estados Unidos.
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