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Irão e Líbano continuaram ao longo do fim-de-semana a ser duas frentes ativas de guerra. Declarações sobre as negociações de paz entraram em período de defeso: apenas o Paquistão continua a envidar esforços para manter o assunto vivo.
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Alto dirigente iraniano avisa que o país tem capacidade militar desconhecida dos países que atacaram o Irão. No Líbano, não há cessar-fogo que resista - a poucas horas de mais uma ronda de negociações com Israel. Entretanto a Mesquita de Al-Aqsa volta estar no centro de um conflito.
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A Hungria vive um momento de forte tensão política, depois de o novo primeiro-ministro ter lançado um ultimato ao presidente – que o recusou liminarmente. Péter Magyar quer mudar a Constituição e acabar com o edifício institucional que herdou de Viktor Orbán.
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Mais um dia em que as notícias sobre a guerra no Médio Oriente tendem a não coincidir. O Irão diz que suspendeu as negociações por causa dos ataques israelitas no Líbano, Donald Trump diz que as negociações prosseguem e que conseguiu um acordo entre o Hezbollah e Israel.
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O Conselho de Segurança da ONU vai realizar uma reunião de emergência na segunda-feira à noite, a pedido da França, depois de o exército israelita ter tomado a icónica fortaleza medieval de Beaufort, no Líbano. No final, com sempre, espera-se que os EUA vetem qualquer resolução contra Israel.
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Depois de três dias em que o acordo de paz entre os Estados Unidos e o Irão parecia bem encaminhado, novos ataques norte-americanos ao sul do território fizeram desacelerar a esperança e acelerar o preço do petróleo.
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