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Com alguns países a registarem confrontos entre manifestantes e autoridades policiais – Portugal foi um deles, com a curiosidade das multas passadas aos condutores que, buzinando, assumiam apoio aos protestos – os protestos mantiveram-se ativos. E onde não os houve, a pausa escondia a preparação de mais protestos em novembro.
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Nenhum dos maiores partidos está sequer, segundo todas as sondagens, perto de conseguir a maioria absoluta de 61 deputados. Gadi Eisenktot, um general, e Benjamin Netanyahu lideram nas intenções de voto.
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O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, confirmou a marcação, para novembro, de uma reunião com a Rússia, mediada pelos Estados Unidos. Moscovo está pronta para retomar as negociações trilaterais depois das eleições intercalares nos Estados Unidos.
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A lista estudantil conseguiu uma vitória forjada em apenas dois anos, acabando assim com 16 anos de liderança de Vucic – que manteve sempre uma cumplicidade com a Rússia que desagradava à União Europeia, onde o país tenta entrar.
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As negociações em Oslo registaram "progressos significativos" em direção ao diálogo com a Rússia. Putin aceitou manter conversas tripartidas, que deverão acontecer em novembro, no Médio Oriente.
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Autoridades francesas anunciam recolher parcial em Paris, entre as 23 horas e as seis da manhã. O primeiro-ministro, Sébastien Lecornu, culpa a "extrema-esquerda" por explorar os protestos.
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