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Depois de três dias em que o acordo de paz entre os Estados Unidos e o Irão parecia bem encaminhado, novos ataques norte-americanos ao sul do território fizeram desacelerar a esperança e acelerar o preço do petróleo.
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O tema é central nas negociações, mas as versões são demasiado numerosas para que os países afetados – isto é, todos – possam ter uma perspetiva fechada sobre o que pode vir a suceder. Mas os mercados estão confiantes.
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Donald Trump optou pela qualidade do acordo em detrimento da pressa. Mas é acusado de não ter ido tão longe quanto devia: a linha dura dos republicanos diz que Trump arrisca estar no mesmo patamar do ex-presidente Obama em 2015.
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Negociadores europeus fecharam acordo comercial concluído no verão passado com os Estados Unidos, considerado polémico e frágil, dada a incerteza que permanece do lado da administração norte-americana.
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A proximidade das duas visitas é uma manifestação clara de apoio incondicional de Pequim a Moscovo. Laços económicos e comerciais enchem uma agenda que tem uma conversa que interessa seguir: será sobre o gasoduto ‘Power of Siberia 2’. A visita de Putin só foi confirmada depois de Trump deixar a China.
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A corrida global aos minerais críticos como cobalto, lítio e grafite necessários à descarbonização está a gerar novos riscos ambientais e sociais, segundo um relatório das Nações Unidas. Este traça um paralelo com a era dos combustíveis fósseis, sublinhando que os benefícios da extração raramente chegaram às comunidades que suportaram os custos. Sem intervenção política, a transição energética poderá repetir esse padrão.
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