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Fim da crise do Estreito de Ormuz não vai acabar com os altos preços dos combustíveis
Com a queda das reservas, o choque nos preços do petróleo na Europa pode em breve transformar-se numa crise de volume – um cenário para o qual os países precisam de estar preparados. E essa preparação passa pelo bloqueio ao aumento do consumo – ou seja, pela manutenção dos preços elevados.
NATO reúne em Bruxelas para preparar cimeira de Ancara com foco na Ucrânia
Numa agenda dominada pela Ucrânia, o encontro sucede um dia antes da assinatura do acordo entre o Irão e os Estados Unidos, que também estará em análise. O financiamento da defesa volta também a debate.
Cimeira do G7: Trump assegura que sanções à Rússia vão ser reativadas
O segundo dia da cimeira em Évian-les-Bains, França, ficou marcado pelo debate sobre a Ucrânia, que assim regressa ao topo de uma agenda que apenas há um par de dias arriscava só ter lugar para o Irão. O G7 também vai impor novas sanções a Moscovo.
Golfo Pérsico regressa a níveis de petróleo pré-guerra até ao final de julho
Analistas do Goldman Sachs estão otimistas sobre a retoma de exportações, mas só as negociações correrem bem. Apesar do conflito, 11 milhões de barris saem diariamente do Golfo Pérsico. Mais de 100 petroleiros retidos no estreito de Ormuz vão fazer chegar rapidamente petróleo aos mercados internacionais, mesmo antes de a produção ser retomada. Qatar prevê retomar 80% da sua produção de gás em dois meses.
Mundo saúda acordo EUA-Irão, mas Israel recorda que “não somos parte" dele
O extremista ministro da Segurança Nacional de Israel deixou claro que o seu país não se vê obrigado a qualquer cedência. Entretanto, o presidente de França, Emmanuel Macron, recorda que a missão internacional para reabrir Ormuz está pronta, mas uma fonte iraniana assegura que os EUA concordam em atribuir ao Irão e a Omã a gestão do estreito. Entretanto, o petróleo está em ‘saldo’.
Teerão assegura que os EUA concordam em deixar o Estreito de Ormuz nas mãos do Irão e de Omã
A agência iraniana Farsnews revela que a última redação do acordo com os Estados Unidos diz explicitamente que cabe ao Irão e a Omã gerirem o Estreito de Ormuz, e que serão pagos por esse serviço. Com uma moratória de 60 dias.
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