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Economia
Notícias
Ministro espera que dívida caia ainda mais do que indicou há três dias a Bruxelas
Miranda Sarmento aponta agora para 85% ou 86% do PIB, depois de ter apontado para 87,5% no documento enviado à Comissão Europeia. O ministro afirmou ainda que o Governo vai “tomar as medidas necessárias” para pôr em marcha o novo imposto sobre os lucros das energéticas. E não descarta que o Governo tente ir mais longe nos descontos do ISP se a situação no Médio Oriente se agravar.
CIP alerta para efeitos das tempestades e guerra no PIB do primeiro trimestre
"Além de se anteciparem diferenças quanto à sua magnitude, o impacto de ambos os acontecimentos mostrar-se-á diverso também quanto à persistência e horizonte de recuperação e quanto às vias de transmissão dos choques aos agentes e à economia", lê-se no barómetro de abril da Confederação.
Aperto na concessão de crédito aumenta risco de estagflação, alerta BCE
A perceção de risco da banca europeia aumentou com a guerra no Médio Oriente e a procura por crédito recuou, sendo expectável que caia ainda mais no próximo trimestre. Ao mesmo tempo, expectativas de inflação das famílias dispararam, reforçando o risco de estagflação e dificultando a tarefa do BCE.
Fed prepara-se para deixar juros inalterados no canto do cisne de Powell
Os juros deverão ficar novamente inalterados na reunião de abril, isto apesar das tensões no Médio Oriente, e o mercado focar-se-á na última conferência de imprensa de Powell como presidente, mantendo-se a questão: o atual presidente fica como governador até 2028?
Onde estão os “nem-nem”?
Em Portugal, convencionou-se chamá-los de “nem-nem” – nem trabalham, nem estudam — e tempos houve em que era um indicador preocupante. Hoje é o quarto país europeu com o valor mais baixo. Este artigo integra a rubrica Visão Periférica.
ICIS alerta que conflito no Médio Oriente deve interromper fornecimento de petroquímicos até 2027
O vice-presidente da cadeia de fornecimento de PET e poliéster da ICIS, Antulio Borneo, referiu que a maioria das empresas do setor petroquímico está a projetar um cenário de conflito de três meses. A recuperação, neste cenário, seria de sete meses, puxando a normalização para janeiro de 2027, no mínimo. O cenário mais crítico é de um conflito de seis meses, em que o período de recuperação ficaria em nove meses, com o regresso à normalidade a ficar para meados de 2027.
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