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Os juros da dívida francesa a 10 anos fecharam a semana anterior próximos de 5% e, com uma situação política pouco animadora, os mercados não estão otimistas. O euro caiu para mínimos de 17 meses face ao dólar como resultado e ainda deve recuar mais, fazendo soar os alarmes quanto a possíveis contágios a outros Estados-membros, mas Bruxelas e o BCE têm hoje ferramentas para conter crises de mercado que não existiam em 2012.
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Múltiplos títulos voltaram a quebrar máximos de vários anos esta semana, incluindo os portugueses a 10 anos, que quebraram os 4%, mas os analistas têm algum otimismo quanto à capacidade dos orçamentos nacionais absorverem possíveis escaladas nos custos de financiamento.
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A subida do rating reflete “o fortalecimento das finanças públicas de Portugal, incluindo uma trajetória projetada de redução da dívida pública e saldos orçamentais consideravelmente mais fortes do que os dos seus pares, sustentados por um forte compromisso político com a prudência orçamental”, explica a Fitch, em comunicado.
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É esperado um dia de liquidez reduzida sem Wall Street, mas com a Europa a ter de absorver sozinha o nervosismo das obrigações e do petróleo. O verdadeiro teste chega na quinta-feira, com a inflação americana. Até lá, defesa, energia e ouro devem continuar como refúgios.
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Os mercados vão incorporando a expectativa de mais uma onda de pressão nos preços à medida que o barril de petróleo continua a subir, mantendo-se acima dos 90 dólares tanto para o Brent, a referência europeia, como para o crude.
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O que inicialmente se esperava que fosse um conflito de algumas semanas evoluiu para um impasse que não dá sinais de terminar. Os preços dos combustíveis disparam, aumentou a pressão sobre os preços dos alimentos e os mercados financeiros acostumaram-se à guerra.
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