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O centro das atenções desta semana voltou a ser o Estreito de Ormuz e a escalada dos preços do petróleo, que já levaram o Brent a atingir os 113 dólares por barril.
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Economistas e analistas afastam, para já, mexidas nas taxas ao longo de 2026. Christine Lagarde deverá endurecer tom e dar garantias de que Frankfurt está preparado para atuar se a inflação disparar.
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"O Governo pode evitar um Orçamento Retificativo se o impacto for temporário e absorvido pela margem existente ou receitas extras", mas se o conflito for prolongado, "poderá requerer cortes noutros investimentos ou mais dívida", alerta o economista António Nogueira Leite.
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O sell-off das bolsas foi generalizado, atravessando mesmo o setor energético. O índice de ações espanhol, o IBEX, tombou 4,55% e em Lisboa o PSI recuou 4,24%, com todas as cotadas em queda. Os 'índices do medo' dispararam para máximos do ano, com o VIX a escalar 27% e o europeu Vstoxx a disparar 31%.
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Os Estados Unidos marcaram a semana que terminou, com as negociações com o Irão, e uma possível escalada do conflito do Médio Oriente, e com os dados do PIB, que ficaram aquém das expectativas dos analistas.
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O investidor norte-americano, conhecido por prever o colapso do mercado imobiliário, em 2008, alerta que caso a bitcoin continue a descer pode afetar as empresas acumuladoras da criptomoedas, como a Strategy, de Michael Saylor, e num cenário em que atinja os 50 mil dólares pode levar os mineradores à falência. A BlockFills, fornecedora de liquidez e empréstimo de criptomoedas, suspendeu os levantamentos e depósitos.
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