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Funchal, Faro e Porto lideram as maiores quedas do stock nas capitais de distrito e regiões autónomas.
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Entre 2025 e 2026 os seis distritos que registaram a maior subida no preço das casas situam-se no interior do país, com destaque para Beja que observou o crescimento expressivo face a 2025 (+25,2%), seguida de Bragança (+24,5%), Guarda (+21,4%), Viseu (+18,1%), Castelo Branco (+17,9%) e Vila Real (+18,1%).
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Os dados do INE indicam que 87% das vendas e transações são feitas entre portugueses, sendo que 80% das vendas são troca de casa. "Isto é a base que justifica a dinâmica dos preços que estamos a viver", afirma Ricardo Sousa, CEO da Century 21 Portugal.
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Proprietários consideram que descida do IVA na construção vai permitir desbloquear o mercado, enquanto os inquilinos defendem que a crise da habitação não se resolve apenas com medidas fiscais. A proposta de Lei foi promulgada na segunda-feira pelo Presidente da República, António José Seguro, depois de ter sido votada favoravelmente no parlamento em janeiro.
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No caso de Vila Nova de Foz Côa o preço aumentou para os 10.540 euros por metro quadrado, mais do que duplicando o valor registado em 2024 (mais 120,5%, para 4.780 euros por metro quadrado), algo que aconteceu também em Serpa (107,7%). em Odemira com uma subida de 89,7%, para 7.487 euros.
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"Promotores não conseguem construir aos preços que as famílias conseguem pagar", alerta CEO da APPII
Manuel Maria Gonçalves diz que os promotores querem construir para a classe média, mas que toda a carga burocrática, aliada aos custos de construção são um obstáculo. "A consequência disto é ser impossível construir para vender a 300 mil euros", afirma.
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