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Proprietários consideram que descida do IVA na construção vai permitir desbloquear o mercado, enquanto os inquilinos defendem que a crise da habitação não se resolve apenas com medidas fiscais. A proposta de Lei foi promulgada na segunda-feira pelo Presidente da República, António José Seguro, depois de ter sido votada favoravelmente no parlamento em janeiro.
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No caso de Vila Nova de Foz Côa o preço aumentou para os 10.540 euros por metro quadrado, mais do que duplicando o valor registado em 2024 (mais 120,5%, para 4.780 euros por metro quadrado), algo que aconteceu também em Serpa (107,7%). em Odemira com uma subida de 89,7%, para 7.487 euros.
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"Promotores não conseguem construir aos preços que as famílias conseguem pagar", alerta CEO da APPII
Manuel Maria Gonçalves diz que os promotores querem construir para a classe média, mas que toda a carga burocrática, aliada aos custos de construção são um obstáculo. "A consequência disto é ser impossível construir para vender a 300 mil euros", afirma.
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Executivo aprovou um conjunto de alterações às leis do arrendamento para resolver situações relacionadas com heranças indivisas e tornar mais célere os despejos habitacionais. "Não há ninguém que aceite continuar a arrendar se descobre que por falta de pagamento tem que esperar quatro anos sem receber nada", diz Menezes Leitão, presidente dos proprietários. Por sua vez, António Machado, secretário-geral da Associação de Inquilinos Lisbonenses considera que "acelerar os despejos para dinamizar o mercado de arrendamento é uma falsa questão".
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Em entrevista ao Jornal Económico, Bento Aires considera que "enquanto houver falta de habitação, a definição de preços será ditada pelas leis da oferta e da procura", assumindo que preferia ver uma medida que direcionasse o crédito final dos 17% (diferença dos 23% para 6%) para o proprietário, a ser usado para pagar o IMT, o IMI, a água, a eletricidade ou até mesmo o próprio IRS.
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Ana Jacinto, secretária-geral da AHRESP diz ao JE que a eliminação de registos de alojamento local sem qualquer atividade vão abrir espaço para que novos negócios possam surgir. Presidente da ALEP assume que era importante "fazer esta limpeza", num setor que já representa 42% das dormidas turísticas no país.
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