Imobiliário
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Em entrevista ao Jornal Económico, Bento Aires considera que "enquanto houver falta de habitação, a definição de preços será ditada pelas leis da oferta e da procura", assumindo que preferia ver uma medida que direcionasse o crédito final dos 17% (diferença dos 23% para 6%) para o proprietário, a ser usado para pagar o IMT, o IMI, a água, a eletricidade ou até mesmo o próprio IRS.
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Ana Jacinto, secretária-geral da AHRESP diz ao JE que a eliminação de registos de alojamento local sem qualquer atividade vão abrir espaço para que novos negócios possam surgir. Presidente da ALEP assume que era importante "fazer esta limpeza", num setor que já representa 42% das dormidas turísticas no país.
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Presidente da APPII considera que a decisão do Governo em agravar o IMT para os não residentes pode passar a mensagem de que o investimento direto estrangeiro não é bem-vindo em Portugal. "Se estamos a castigar os estrangeiros que compram casa encarecendo o valor, naturalmente vai haver estrangeiros que vão voltar atrás nessa decisão", afirma Hugo Santos Ferreira.
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No último Conselho de Ministros, o Governo anunciou que vai vender nove edifícios para serem colocados a renda acessível. O presidente da Associação Lisbonense de Proprietários diz que é "uma gota no oceano" e considera que o Governo devia abolir medidas como o imposto Mortágua.
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A promotora imobiliária em parceria com a empresa do Banco Santander chegou a Portugal no início de julho, tendo já vendido 40 dos 116 apartamentos que integram o projeto 'Ribamar', que será composto por uma segunda torre habitacional, também com 116 habitações. "O mercado imobiliário português está a registar uma procura crescente por habitações de qualidade, em zonas com grande atratividade turística e em áreas urbanas com pressão sobre a oferta", diz ao JE, José Ignacio Fernández, responsável da promotora em Portugal.
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Este número representa uma subida de 2,6% no número de transações, o valor anual mais alto desde 2022, segundo as previsões da gestora eXp Portugal. Após uma queda de -11,2% em 2020 durante a pandemia, as transações aumentaram 20,5% em 2021 e registaram um crescimento adicional de 1,3% em 2022.
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