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Executivo aprovou um conjunto de alterações às leis do arrendamento para resolver situações relacionadas com heranças indivisas e tornar mais célere os despejos habitacionais. "Não há ninguém que aceite continuar a arrendar se descobre que por falta de pagamento tem que esperar quatro anos sem receber nada", diz Menezes Leitão, presidente dos proprietários. Por sua vez, António Machado, secretário-geral da Associação de Inquilinos Lisbonenses considera que "acelerar os despejos para dinamizar o mercado de arrendamento é uma falsa questão".
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Em entrevista ao Jornal Económico, Bento Aires considera que "enquanto houver falta de habitação, a definição de preços será ditada pelas leis da oferta e da procura", assumindo que preferia ver uma medida que direcionasse o crédito final dos 17% (diferença dos 23% para 6%) para o proprietário, a ser usado para pagar o IMT, o IMI, a água, a eletricidade ou até mesmo o próprio IRS.
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Ana Jacinto, secretária-geral da AHRESP diz ao JE que a eliminação de registos de alojamento local sem qualquer atividade vão abrir espaço para que novos negócios possam surgir. Presidente da ALEP assume que era importante "fazer esta limpeza", num setor que já representa 42% das dormidas turísticas no país.
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Presidente da APPII considera que a decisão do Governo em agravar o IMT para os não residentes pode passar a mensagem de que o investimento direto estrangeiro não é bem-vindo em Portugal. "Se estamos a castigar os estrangeiros que compram casa encarecendo o valor, naturalmente vai haver estrangeiros que vão voltar atrás nessa decisão", afirma Hugo Santos Ferreira.
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No último Conselho de Ministros, o Governo anunciou que vai vender nove edifícios para serem colocados a renda acessível. O presidente da Associação Lisbonense de Proprietários diz que é "uma gota no oceano" e considera que o Governo devia abolir medidas como o imposto Mortágua.
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A promotora imobiliária em parceria com a empresa do Banco Santander chegou a Portugal no início de julho, tendo já vendido 40 dos 116 apartamentos que integram o projeto 'Ribamar', que será composto por uma segunda torre habitacional, também com 116 habitações. "O mercado imobiliário português está a registar uma procura crescente por habitações de qualidade, em zonas com grande atratividade turística e em áreas urbanas com pressão sobre a oferta", diz ao JE, José Ignacio Fernández, responsável da promotora em Portugal.
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